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Justiça aberta

Turma de Uniformização se reunirá por videoconferência

"A videoconferência é o futuro da Justiça." A opinião é do ministro do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, coordenador-geral da Justiça Federal. Para ele, a possibilidade de os advogados fazerem de seu Estado a sustentação oral significa uma grande abertura do acesso à Justiça. "Estamos diminuindo os custos da partes e dos advogados, estamos alargando o acesso à Justiça e isso é o passo inicial para que, nos próximos meses, a própria Turma de Uniformização dos Juizados Especiais Federais venha a se reunir em videoconferência", afirmou.

Segundo Asfor Rocha, ao invés de se reunirem em Brasília, os dez juízes federais dos Juizados Especiais ficariam em seus Estados e participariam das reuniões por videoconferência. A previsão é que a primeira reunião virtual aconteça já no próximo semestre.

As afirmações foram feitas nesta terça-feira (10/6), depois de dois advogados terem defendido seus clientes por videoconferência pela primeira vez na história da Justiça Federal brasileira. Na sessão, que ocorreu em Brasília, a advogada Maria Inês Przybysz de Paula Estava em Florianópolis (SC) e o advogado André Luiz Pinto, em Curitiba (PR).

De acordo com informações da Secretaria de Informática do CJF, atualmente os aparelhos de videoconferência de Brasília, Florianópolis, Curitiba e de Porto Alegre estão conectados e podem ser utilizados. (STJ)

Revista Consultor Jurídico, 10 de junho de 2003, 18h14

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