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25 julho 2003

Imagem liberada

Playboy está liberada para publicar foto de Deborah Secco na capa

Por Débora Pinho

A revista Playboy está liberada para publicar a foto da atriz Deborah Secco na capa. A liminar é do Tribunal de Justiça de São Paulo, que julgou agravo de instrumento da Editora Abril este mês. O processo corre em segredo de justiça.

A namorada de Dado Dolabella entrou na Justiça para proibir o uso de sua imagem pela revista e quer indenização por danos morais. Alega que o contrato previa a publicação de sua foto uma única vez na capa. Mas a Playboy utilizou sua imagem novamente na capa em uma edição especial no fim do ano passado.

A ação corre na 33ª Vara Cível de São Paulo. A Justiça de primeira instância concedeu tutela antecipada para a atriz e proibiu o uso de sua foto na capa da Playboy.

A Editora Abril, representada pelo advogado Luís Arbex -- do escritório Lourival J. Santos Advogados --, recorreu ao TJ paulista e conseguiu suspender a tutela antecipada. A ação principal será analisada ainda em primeira instância.

Débora Pinho é editora da revista Consultor Jurídico e colunista da revista Exame PME.

Revista Consultor Jurídico, 25 de julho de 2003

Comentários

Comentários de leitores: 14 comentários

4/12/2003 16:27 Edson Goncalves ()
Acho que logicamente um, contrato tem e deve - ...
Acho que logicamente um, contrato tem e deve - se respeitado Tendo ou não numerários envolvidos. Mas quando a sociedade é desrespeitada cobrar de quem; dos grandes empresários ou das grandes ambições que cada um carrega dentro si mesmo.
30/07/2003 15:17 Eliane Firmino ()
É isso Flávia, e tem mais danos morais!!!Porque...
É isso Flávia, e tem mais danos morais!!!Porque ela não pensou antes de sair a primeira vez, só porque não levou nada...
28/07/2003 08:01 João de Deus (Técnico de Informática)
No fundo tudo isso é para chamar a atenção. Só ...
No fundo tudo isso é para chamar a atenção. Só por que é a grande empresa ABRIL S/A e uma atriz famosa da grandiosa GLOBO, cria-se este "BAFAFÁ" todo. Acredito que o país tem coisas mais urgentes, no campo do dano moral, a serem feitas.

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