Diploma volta a valer para o exercício do jornalismo

1/12/2005 16:37Guilherme G. Pícolo (Advogado Autônomo - Civil)Reserva de mercado agora mudou de nome. Não bas...
Reserva de mercado agora mudou de nome. Não bastasse o fato do Brasil ser o único país em que o jornalista tem a exigência do diploma de JORNALISMO para trabalhar, a ironia final é que, ao tomar em mãos o tal Decreto-Lei 972/69, lê-se, no caput: " OS MINISTROS DA MARINHA DE GUERRA, DO EXÉRCITO E DA AERONÁUTICA MILITAR , usando das atribuições que lhes confere o artigo 3º do Ato Institucional nº 16, de 14 de outubro de 1969, combinado com o § 1º do artigo 2º do Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, DECRETAM: (...)" Haja bom humor!
5/08/2003 22:24Nilson ()Definitivamente o mundo precisa de pessoas como...
Definitivamente o mundo precisa de pessoas como o advogado João Roberto Egydio. Parabéns! Percebo que minha frustação passou após o restabelecimento do exercício da função de jornalista a partir da obtenção do diploma. É uma obrigatoriedade que jamais deveria deixar de existir. Não acredito que alguém, mesmo com curso superior independente da área, consiga fazer um jornalismo com a mesma qualidade dos jornalistas diplomados. atenciosamente: Nilson Paes Pereira
31/07/2003 00:06Nilton Luiz Severino ()Perdoe-me a colega Gislaine Vicente, mas nem to...
Perdoe-me a colega Gislaine Vicente, mas nem todo profissional diplomado em Curso de Jornalismo é "jornalista de verdade". Pelo menos a realidade do dia a dia tem demonstrado isso. Cumprimento o colega Jair Viana pelas suas colocações. Com a liberação pelo governo da criação de novas universidades e de novos cursos por todo o país, a quantidade de novos jornalistas que todo ano se coloca no mercado é infinitamente maior que o número de veículos de comunicação e a sua necessidade deste profissional, ou mesmo de vagas oferecidas como assessoria de imprensa, etc. De jornalista profissional desempregado o mercado está cheio. Com isto é que os sindicatos e a federação deveriam se preocupar. Há ainda que se questionar a qualidade de muitos destes cursos. Há que se questionar, também, a aptidão de muitos destes jornalistas que se formam. Não podemos nos esquecer que muitos "papas" da comunicação que já tivemos neste país foram, ou ainda são, jornalistas sem faculdade. E os formados os veneram. Não devemos nos esquecer que quem, na verdade, forma é a vida. É necessário que se estabeleçam critérios, sem dúvida, para a concessão do registro. Que um deles seja o nível superior, não especificamente o de jornalismo, se o profissional comprovar tempo e trabalhos realizados no efetivo exercício da função que demonstrem a sua competência. Nilton Luiz Severino, jornalista "precário" com nível superior. nseverino@alginet.com.br (quero debater o assunto)
30/07/2003 16:14Antonio Vasconcelos ()Sofri muito financeiramente para concluir o cur...
Sofri muito financeiramente para concluir o curso de jornalismo. Parabéns a todos companheiros jornalistas diplomados e também ao advogado João Roberto Egydio e a juíza Aldo Basto pela decisão. Antonio Vasconcelos Profissional diplomado.
30/07/2003 16:04Land Seixas ()O Artigo está excelente, mas faltou o envio da ...
O Artigo está excelente, mas faltou o envio da decisão com a logomarca da Justiça. Pedimos o envio se possível.
29/07/2003 23:45Itamar Ribeiro de Souza ()Tomei conhecimento da decisao da jiza, com refe...
Tomei conhecimento da decisao da jiza, com referencia ao registro precário de jornalista. Lí também comentários de outros companheiros, que tiveram os seus registros precariamente, e com certa posiçao já ocupados dentro da sua vida profissional. O jornalista cidadao que tem hábito de escrever, expressa o seu pensamento, até mesmo levantando questões na sua comunidade, deve ter o respeito e a dignidade de ter o seu registro digno de sua profissao. Eu sou um dos que consegui com muita luta o registro, escrevo para alguns jornais baianos e tenho orgulho de dizer que sou jornalista. Dentro de uma luta muito grande, busquei recentemente prestar vestibular para comunicaçao e habilitaçao em jornalismo, fui aprovado, e com muita dificuldade estou pagando caríssimo um curso para aperfeiçoamento. Mas pergunto eu, quem nao pode pagar um Faculdade (600.00) mês. Esperamos que seja revisto esse processo para dar oportunidade àqueles que já tem experiencia, mesmo respeitando os que estao cursando as universidades e/ou os que já concluiram. itamar ribeiro/salvador
29/07/2003 10:52José Elias dos Santos Cabreira ()A quem interessar possa! Meu nome é José Elia...
A quem interessar possa! Meu nome é José Elias dos Santos Cabreira, conhecido na Região Metropolitana de Porto Alegre como Elias Fotógrafo, e trabalho na área do jornalismo desde 1993. Desde a época de meu primário, eu era destacado em sala de aula por ser extremamente aplicado em português, história, etc. Desenhava-se portanto, um futuro escritor, comentarista ou qualquer coisa do gênero. Mas como um menino, filho de sevente de pedreiro, alcoólatra, de uma familia com mais 8 irmãos (e ainda negro), teria chance de seguir adiante? Bem, o tempo passou e, em 1991 iniciei minha carreira de Fotógrafo. Já em 1993, comecei a fotografar para a redação de um jornal, para a coluna policial, em seguida para a coluna social, e depois para todas as matérias jornalisticas. Depois disso, como era eu que fazia a reportagem na rua e trazia pronta para a redação, se avaliou que a forma com que eu redigia estava correta, e os jornalistas e o redator já não se preocupavam mais, reproduziam a matéria, tal qual eu havia escrito. De lá para cá, os horizontes se ampliaram e hoje eu, Jornalista Profissional (Precário), Reg. MTB-RS 11098, confecciono materiais informativos para politicos, materiais gráficos em geral, fui coordenador de comunicação da Campanha Lula Presidente na cidade onde resido, fui coordenador da Campanha Paim Senador (hoje Vice-Presidente do Senado), coordenador de comunicação da Setorial dos Servidores Militares Estaduais. e coordenador de comunicação de uma corrente interna do PT. Costumo corrigir todas as palavras erradas que são postas a minha frente, sei confecionar qualquer documento formal, e as vezes me apavoro ao ler documentos redigidos por pessoas formadas em nível superior, com erros de concordância, erros de ortografia, etc. Então meus caros, o fato de um cidadão ser formado em nível superior, não é condição "Sine Quanon" para que ele seja um bom escritor, ou outro profissional. A parática do dia-a-dia, a busca do conhecimento pela leitura, e pela participação, fazem sim, com que qualquer cidadão alcance seus objetivos, e faça as coisas de forma correta em qualquer profissão. Hoje, este cidadão que vos escreve, José Elias, menino que se criou passando fome (muitas vezes dormiu sem comer), por ser vítima de toda esta conjuntura nefasta, não conseguiu ainda freqüentar um curso superior, mas se considera "DATA VÊNIA", jornalista por vocação. Parabéns à Dra. Carla Rister, pela sua visão de mundo.
28/07/2003 19:04Jair Viana ()Ao contrário do que noticiam a Fenaj e os sindi...
Ao contrário do que noticiam a Fenaj e os sindicatos dos jornalistas, a decisão da desembargadora Alda Bastos(23/07), não supende os efeitos da sentença da juiza Carla Rister, publicada no dia 10 de janeiro deste ano e que acaba com a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. O que a desembargadora decidiu foi no sentido de suspender uma decisão de Rister, que exigêngiada Fenaj emissão da Carteira Nacional de Identidade do jornalista. Outra decisão da Bastos, suspende a multa de R$10 mil, que seria aplicada à Fenaj ao se negar a emitir a Carteira. Ela ainda, numa decisão imediatista suspende a ordem para interrupção de inquéritos contra empresas e jornalistas. Em que pese a Fenaj e os sindicatos estarem comemorando uma "conquista", é bom lembrar que a dispensa do diploma para jornalista persiste. A sentença de Carla Rister só pode ser reformada ou mantida, pela Turma do TRF3, a ser designada.A mesma Fenaj que comemora a "vitória", ainda aguarda decisão sobre seu recurso. O jornalista Hélmiton Prateado, de Goiânia ,foi feliz na avaliação que fez sobre o tempo gastos pela desembargadora Alda Bastos para decidir sobre um assunto tão complexo. A tutela antecipada concedida por Carla Rister demorou um bom tempo para ser publicada. A sentença de mérito (que ainda está valendo), demorou mais de um ano para ser prolatada. É de se perguntar à doutora Alda Bastos, qual o segredo para julgar uma matéria em 48 horas? Outro aspecto curioso em todo esse processo, é a preocupação da Fenaj e dos sindicatos em cuidar dos interesses dos donos de faculdades. Coisa feia, hein? DESAFIO AOS DIRIGENTES DA FENAJ A PROPOR UM DEBATE ABERTO SOBRE O ASSUNTO. Podíamos solicitar o espaço do Obsevatório da Imprensa para o debate. Vamos reunir os diplomados e os "precários" para discutir o tema? Jair Viana, jornalista "precário", com orgulho. São José do Rio Preto SP. jviannar@hotmail.com(escrevam)
28/07/2003 18:56Jair Viana ()Ao contrário do que noticiam a Fenaj e os sindi...
Ao contrário do que noticiam a Fenaj e os sindicatos dos jornalistas, a decisão da desembargadora Alda Bastos(23/07), não supende os efeitos da sentença da juiza Carla Rister, publicada no dia 10 de janeiro deste ano e que acaba com a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. O que a desembargadora decidiu foi no sentido de suspender uma decisão de Rister, que exigêngiada Fenaj emissão da Carteira Nacional de Identidade do jornalista. Outra decisão da Bastos, suspende a multa de R$10 mil, que seria aplicada à Fenj ao se negar a emitir a Carteira. Ela ainda, numa decisão imediatista suspende a ordem para interrupção de inquéritos contra empresas e jornalistas. Em que pese a Fenaj e os sindicatos estarem comemorando uma "conquista", é bom lembrar que a dispensa do diploma para jornalista persiste. A sentença de Carla Rister só pode ser reformada ou mantida, pela Turma do TRF3, a ser designada.A mesma Fenj que comemora a "vitória", ainda aguarda decisão sobre seu recurso. O jornalista Hélmiton Prateado, de Goiânia foi feliz na avaliação que fez sobre o tempo gastos pela desembargadora Alda Bastos para decidir sobre um assunto tão complexo. A tutela antecipada concedida por Carla Rister demorou um bom tempo para ser publicada. A sentença de mérito (que ainda está valendo), demorou mais de um ano para ser prolatada. É de se perrguntar à doutora Alda Bastos, qual o segredo para julgar uma matéria em 48 horas? Outro aspecto curioso em todo esse processo, é a preocupação da Fenaj e dos sindicatos em cuidar dos interesses dos donos de faculdades. Coisa feia, hein? DESAFIO AOS DIRIGENTES DA FENAJ A PROPOR UM DEBATE ABERTO SOBRE O ASSUNTO. Podíamos solicitar o espaço do Obsevatório da Imprensa para o debate. Vamos reunir os diplomados e os "precários" para discutir o tema? Jair Viana, jornalista "precário", com orgulho. São José do Rio Preto SP. jviannar@hotmail.com
27/07/2003 00:06Rosa Meire Carvalho de Oliveira ()A decisão da juíza Alda Basto trouxe alívio aos...
A decisão da juíza Alda Basto trouxe alívio aos jornalistas baianos, irmanados aos colegas de todo o Brasil. Parabéns ao advogado João Roberto Egídio, à Fenaj e aos sindicatos estaduais de jornalistas por não esmorecerem nessa luta. Rosa Meire C. de Oliveira Coordenação do Movimento Baiano em Defesa do Jornalismo
25/07/2003 17:40Hélmiton Prateado ()Temerária a decisão da juíza federal convocada ...
Temerária a decisão da juíza federal convocada para o Tribunal Regional Federal. Como é possível que em tão pouco tempo ela tenha formado sua convicção para suspender uma decisão que produzirá efeitos no País inteiro, ao tempo em que outros julgadores a mantinham em outros episódios. Com total certeza o titular da ação irá reconsiderar a sandice dessa senhora e restabelecer o status da antecipação de tutela. Além disso, é absolutamente inócua uma decisão de mérito, como a da juíza Carla Rister, perder eficácia por ataque feito por um agravo de instrumento, recurso utilizado para decisões durante o curso do processo, ou seja, antes da decisão principal, o que não é o caso.
25/07/2003 12:42Gislaine Santos ()Parabéns ao advogado João Roberto Egydio e a ju...
Parabéns ao advogado João Roberto Egydio e a juíza Aldo Basto pela decisão. Os jornalistas de verdade agradecem! Gislaine Vicente Profissional diplomada.

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