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Sem modificações

Comissão Especial aprova relatório da reforma da Previdência

A Comissão Especial da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados rejeitou todos os 125 destaques apresentados ao texto do relator. A votação foi simbólica. Os únicos com votação individual são os referentes à taxação de inativos; ao teto de pensões; e a inclusão de 40 milhões de pessoas que estão no mercado informal no regime da Previdência.

O destaque referente ao aumento do teto do beneficio de pensionistas para R$ 2.400,00 foi rejeitado por 27 votos contrários e 11 favoráveis. O destaque de inclusão de 40 milhões de pessoas do mercado informal no regime da Previdência e o referente à taxação de inativos também foram rejeitados.

O relatório do deputado José Pimentel, aprovado sem emendas, segue agora para votação em plenário. (Agência Brasil)

Revista Consultor Jurídico, 24 de julho de 2003, 8h33

Comentários de leitores

1 comentário

Lamentavelmente, pude assistir, via “tv a cabo”...

João Marcello Trombini Carbone ()

Lamentavelmente, pude assistir, via “tv a cabo” a sessão da Comissão Especial que trata da reforma previdenciária. Mais do que lamentável, é de nos causar tristeza o fato de que um partido, que se diz do povo, queira uma democracia sem discussões, deseje um parlamento submisso a suas idéias partidárias. O que vi em referida comissão foi um palco de marionetes, encenando um pseudo-debate, e finalmente deliberando, irresponsavelmente, sobre matéria de tão importante teor. Afinal, quem quer uma Nação unida, um Estado forte e motivado deve melhorar as deficiências sociais, e não causar mais flagelos, que é o que acontecerá se o Estado cair em descrédito por seus próprios servidores. O que queremos é um sistema de previdência, mas não um ato de providência apressada a fim de adequar os anseios nacionais aos interesses estrangeiros parasitários. Espero, sinceramente, que tenhamos sim uma efetiva reforma, uma mudança que acabe com as distorções do sistema, e não com um sistema distorcido, que é o que aparentemente desejam vários defensores da demagógica “igualdade social”. João Marcello T.Carbone - São Paulo

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