Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Reação imediata

OAB paulista vai entrar com ação contra promotor de Osasco

A Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB-SP vai entrar com ação civil, por danos morais, contra o promotor público Fernando Albuquerque. Durante audiência no dia 16/7, na Vara do Júri do Fórum de Osasco, o promotor e o advogado Vivaldo Tadeu Câmara se desentenderam na sala do Júri. O promotor mandou prender o advogado.

O advogado, ex-presidente da Subsecção de Osasco, foi algemado por policiais militares e levado para o 1º Distrito Policial, onde foi autuado, em flagrante, por desacato. Os advogados Otávio Augusto Rossi Vieira e Marcelo Paschoal, da Comissão de Prerrogativas, e os diretores da Subsecção de Osasco atenderam a ocorrência e prestaram assistência jurídica ao colega.

"A OAB SP está vigilante para preservar na íntegra as prerrogativas

dos advogados e não vai admitir que se estabeleça, ao arrepio da lei, uma hierarquia entre advogados e promotores", afirmou José Luis Oliveira Lima, presidente da Comissão. (OAB-SP)

Revista Consultor Jurídico, 21 de julho de 2003, 16h35

Comentários de leitores

15 comentários

Caros colegas, conheço pessoalmente o Dr. Vival...

Hermes Soares (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Caros colegas, conheço pessoalmente o Dr. Vivaldo, e posso afirmar ser profissional integro, e tive pleno conhecimento do ocorrido, pois nosso colega foi ofendido inúmeras vezes tido como "velho gaga", pelo Sr. Promotor, tudo isso para diminuir a qualidede do nobre causídico, que é um dos advogados criminalistas mais conhecidos em Osasco. Afirmo também que o próprio Promotor em inúmeros Juris cita este advogado como exemplo da Comarca, portanto a troca de ofensas, se justifica, pois mesmo o colega sendo advogado, não tem sangue de barata. Portanto a atitude do Promotor, não poderá em hipótese alguma se repetir, pois violou o Estado Democrático de Direito, dentro do Poder Judiciário.

Formado a mais de 15 anos, jamais vi tanta falt...

Luiz Antonio Mores ()

Formado a mais de 15 anos, jamais vi tanta falta de respeito, tanta demagogia dentro de muitos Tribunais que já adentrei. O que vejo hoje, é o resultado do protecionismo do Judiciário e do Ministério Público, ao permitirem que "alunos apadrinhados seus" oriundos de Faculdades onde os mesmos lecionam. Somado a isso, muitos, é óbvio que não podemos generalizar, mas muitos, por medo e por despreparo, ao " enfrentarem" em audiencias, em juris, sequer atendem os advogados e quando o fazem, tratam com descortesia, com falta de respeito e porque não dizer com grosserias como essa desse sujeitinho que se diz " PROMOTOR DA JUSTIÇA". Todo o apoio deve ter o colega que foi indiscriminadamente preso. Profissionais como esses, devemos alijar, lutar por puni-los e finalmente cassar o seu Diploma, para que aprenda ou volte para os Bancos da Faculdade, aprender a respeitar aos outros.

As ofensas dirigidas tanto pelo Ministério Públ...

Ariosvaldo de Gois Costa Homem ()

As ofensas dirigidas tanto pelo Ministério Público quanto por Advogado em audiência dentro do contexto processual não são considerados injúria nem difamação. Assim constitui, em tése, a determinação de prisão contra advogado por Promotor Público, crime de abuso de autoridade, como se entende da publicação. Os advogados, sob pena de comprometerem a defesa, não podem ser submissos aos juízes nem ao Ministério Públco que nada mais é que um Advogado público que deveria representar a Sociedade. Ariosvaldo de Gois Costa Homem Defensor Público da União, Categoria Especial

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 29/07/2003.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.