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Juízes querem provar que não há desequilíbrio na Previdência

Um estudo feito em conjunto pelos juízes trabalhistas e federais demonstrará a inexistência de desequilíbrio entre a arrecadação mensal e as despesas com Previdência. Foi isso que o presidente da Anamatra, Hugo Melo Filho, disse ao Ministro da Previdência, Ricardo Berzoini, na audiência da última quinta-feira (30/1).

"Contribuímos com 11% sobre a integralidade de nossa remuneração. Além disso, a média de idade na magistratura é muito baixa e o prazo de contribuição tende a ser muito longo. Por isso, não existe o desequilíbrio. Ao contrário, a tendência é que se amplie o volume de arrecadação, em contraste com as despesas com pensões e proventos de aposentadoria", disse Melo Filho em defesa da integralidade de proventos.

Ele afirmou ainda que, caso venha a ser constatado qualquer desequilíbrio, os juízes estarão dispostos a estudar propostas de fixação de um prazo mínimo de contribuição para o sistema público, como pressuposto para a aposentadoria integral.

Além de Hugo Melo, também participaram da audiência o vice-presidente da Anamatra, Grijalbo Coutinho; o secretário-geral da entidade, Paulo Schmidt; André Barros, juiz da 6ª Região (PE); e Roberto Siegmann, presidente da Amatra IV (RS).

Revista Consultor Jurídico, 31 de janeiro de 2003, 13h17

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