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Sem diversão

Hopi Hari é condenado a indenizar estudante por danos morais

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O Hopi Hari foi condenado a indenizar um estudante em 40 salários mínimos - R$ 8 mil - por danos morais. A Justiça de primeira instância de São José dos Campos entendeu que o estudante foi constrangido no parque de diversões por funcionários e seguranças.

O adolescente foi representado pelo advogado Luiz Carlos de Alvarenga. Segundo o advogado, o estudante recebeu um vale-toró para voltar ao Hopi Hari por causa da chuva intensa em dezembro de 2001. O vale garantia que ele retornasse ao parque sem pagar. Detalhe: faltavam poucos dias para expirar o prazo de validade do tíquete.

Ele disse que não retornaria em poucos dias. "Mesmo assim, foi informado que poderia voltar fora do prazo porque não estavam prontos os novos tíquetes", afirmou Alvarenga.

"Mas quando retornou, em janeiro, foi barrado por funcionários. Chamaram os seguranças, levaram o estudante para uma sala isolada, ameaçaram chamar a polícia e chegaram a dizer que os tíquetes eram roubados", relatou o advogado. Por isso, o estudante entrou na Justiça. Pediu 100 salários mínimos (R$ 20 mil) de indenização. A Justiça concedeu 40 salários mínimos.

O adolescente estava acompanhado de mais duas pessoas, que fizeram acordo com o Hopi Hari.

O parque de diversões já recorreu da sentença da 2ª Vara Cível de São José dos Campos.

 é editora da revista Consultor Jurídico e colunista da revista Exame PME.

Revista Consultor Jurídico, 26 de fevereiro de 2003, 16h43

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