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Punição em MS

Júri condena três acusados por morte de prefeita petista em MS

O julgamento dos três acusados de envolvimento no assassinato da prefeita Dorcelina Oliveira Folador (PT), em Campo Grande (MS), durou 16 horas. A sessão do júri terminou na madrugada desta terça-feira (25/2). Valdenir Machado, Theófilo Stocker e Ismael Meurer Silveira foram condenados a penas que somam 39 anos e 6 meses de prisão. Por se tratar de crime hediondo, a pena total deve ser cumprida em regime inteiramente fechado.

O crime, encomendado por R$ 35 mil, ocorreu às 23h do dia 30 de outubro de 1999, em Mundo Novo (470 km ao sul de Campo Grande). A então prefeita da cidade levou seis tiros de pistola, na varanda de sua casa.

De acordo com o site Espaço Vital, Valdenir Machado deve cumprir 13 anos e 6 meses; Theófilo Stocker e Ismael Meurer Silveira foram condenados, cada um, a 13 anos na prisão.

Machado, Stocker e Silveira foram denunciados por dar apoio ao pistoleiro e mandantes do crime. O ex-secretário de Finanças de Mundo Novo, Jusmar Martins da Silva, é acusado de encomendar o assassinato e será julgado em maio.

Está marcado para abril o julgamento de Getúlio Machado, apontado como o pistoleiro que acertou seis tiros em Dorcelina. Segundo o Ministério Público, ele teve a ajuda de seu irmão Valdenir - pago com R$ 1 mil - e dos amigos Stocker e Silveira que ganharam R$ 1,5 mil, cada um.

Roldão Teixeira de Carvalho foi denunciado como intermediário entre o mandante do crime e o pistoleiro. O julgamento dele será em março.

Revista Consultor Jurídico, 25 de fevereiro de 2003, 10h50

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