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Governo Eletrônico

E-Gov melhora classificação brasileira em relatório mundial

O Brasil ocupa o vigésimo-nono lugar entre 82 países analisados no relatório Mundial de Tecnologia de Comunicação e Informação 2002-2003, do Fórum Econômico Mundial. O estudo verifica quanto cada um dos países está preparado para a economia em rede, de acordo com sua capacidade para o pleno aproveitamento das tecnologias de informação e de comunicação. O País melhorou a posição em relação ao relatório passado, quando ficou em trigésimo oitavo lugar.

Os avanços obtidos no setor de telecomunicações e, principalmente, a introdução do e-gov implementado pelo Governo Federal, foram fundamentais para a melhoria da posição brasileira no ranking mundial.

Atualmente, o Brasil ocupa o primeiro lugar na lista de competitividade na infra-estrutura de rede de tecnologia da informação da América Latina. O estudo colocou o País em 8º lugar nos rankings governamentais para oferecimento de serviços on-line e uso de e-mail para correspondência, em 10º lugar nas classificações de uso de redes informatizadas e uso da Internet para pesquisas, em 11º pela sofisticação da Intranet do governo para transações e negócios, além da 15º colocação mundial no ranking de uso de Internet para transações com o governo.

O ranking do relatório do Fórum Econômico Mundial é encabeçado pela Finlândia, seguida dos Estados Unidos, de Cingapura, Suécia, Islândia e Canadá. Os EUA, que lideravam a pesquisa do ano passado, perderam pontuação em conectividade, enquanto na Finlândia houve uma melhora na utilização da tecnologia pelos cidadãos, empresas e governo.

O Brasil lidera os países latino-americanos tanto em condições de mercado como em capacidade para utilizar as redes e no emprego efetivo das mesmas, assim como no relativo ao âmbito político e regulatório.

Na classificação geral estão, entre os latino-americanos, Chile (35), Argentina (45), México (47), Costa Rica (49), Uruguai (55), República Dominicana (57), Colômbia (59), Panamá (61), El Salvador (63), Venezuela (66), Peru (67), Guatemala (73), Equador (75), Paraguai (76), Bolívia (78), Nicarágua (79), Honduras (81) e Haiti (82).

O estudo, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, em parceria com o INSEAD (uma das maiores escolas de formação de executivos do mundo) e o Programa de Informação para o Desenvolvimento do Banco Mundial (infoDev), mede o estágio de preparação tecnológica de 82 países segundo diferentes critérios.

Entre os critérios figuram a qualidade do ambiente tecnológico, ou seja, as condições do mercado; o contexto político e regulamentar e as infra-estruturas disponíveis; o grau de aceitação dos particulares, das empresas e dos poderes públicos; e o nível de aproveitamento das tecnologias de informação e de comunicação.

Na apresentação do estudo, em Genebra, diretores do Fórum Econômico Mundial afirmaram que as novas tecnologias podem ser um instrumento valioso para o crescimento econômico e maior eficácia dos países em desenvolvimento na participação no comércio mundial.

Para acessar trechos do Global Information Technology Report 2002-2003 - Readiness for the Networked World, acesse o seguinte link (em inglês).

Fonte: Governo Eletrônico.

Revista Consultor Jurídico, 20 de fevereiro de 2003, 18h04

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