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TV Justiça

Último dia de seminário da TV Justiça é marcado por oficinas

O último dia do 2º Seminário da TV Justiça, aberto na última segunda-feira (17/2), foi todo ocupado pelas oficinas curtas. Os trabalhos contaram com a participação dos produtores de TV em todo o país. Foram 12 oficinas, cada uma coordenada por um especialista da central da emissora, sediada no Supremo Tribunal Federal.

Os temas das oficinas envolveram todas as fases de produção de telejornais, mas os organizadores se preocuparam com as características especiais da linguagem jurídica na TV. Um dos grupos de trabalho, por sinal, tratava especificamente desse tema, sob o título "como traduzir informações jurídicas para o texto de TV".

Os participantes tiveram um melhor contato com as expressões mais utilizadas e aquelas a serem evitadas nos jargões jurídicos, além dos sinônimos, a tradução do "juridiquês" para o português sem perda de informação. Cristina Orlando, assessora de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, diz que, apesar de os produtores já lidarem com a matéria em seu dia-a-dia, eles conheceram melhor os critérios de seleção, por exemplo, na utilização dos audiotapes. "Esse intercâmbio melhora e muito o 'como fazer', para atuarmos cada vez melhor".

O representante da assessoria do Tribunal de Justiça de Goiás, Roberto Gonçalves, com experiência de 30 anos em telejornalismo, disse que, com o conhecimento que adquiriu, irá propor um projeto de aperfeiçoamento que será apresentado à presidência da Corte "a fim de montar um sistema capaz de municiar a rede da TV Justiça e receber os dados de que o setor de comunicação local necessita".

A representante do TRE de Minas Gerais, Berenice Vieira, afirmou que a iniciativa de reunir profissionais de assessorias de imprensa envolvidos nessa idéia de construção da TV Justiça é uma idéia sempre válida. "Encontros como este têm que ser freqüentes por que nos dá uma visão mais completa do trabalho que está sendo feito".

Para a assessora de comunicação social do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (Santa Catarina), Maria Lucia Tellechêa, o ponto alto do encontro foram as diferentes realidades regionais e as soluções que cada parceiro da TV Justiça encontra para fazer frente ao padrão nacional diante das características de cada estado. "Poderíamos ter uma jornada mais longa para capturarmos mais conhecimentos", lamentou a assessora catarinense.

O assessor de imprensa do Ministério Público do Amazonas, Rodrigo Araújo, por sua vez, fez um julgamento inverso das opiniões da maioria dos participantes ouvidos no seminário, ao destacar a importância que cada representante estadual estava levando ao encontro e à direção da TV Justiça.

"Com os intercâmbios realizados aqui, poderemos levar soluções para aplicação imediatas. O ponto principal é justamente a troca de experiência que se está desenvolvendo na jornada".

Revista Consultor Jurídico, 19 de fevereiro de 2003, 13h32

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