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Troca de informações

Suíça e Brasil firmam parceria para combater criminalidade

O procurador-geral federal da Suíça, Valentin Roschacher, disse estar muito satisfeito com as conversas que ele e sua comitiva tiveram com o procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, e com os representantes do Ministério Público e autoridades governamentais que atuam na repressão ao crime organizado. Nos encontros foram trocadas informações sobre a estrutura, o funcionamento e os fundamentos legais do trabalho das autoridades dos dois países.

As reuniões duraram a manhã inteira de segunda-feira (17/2), primeiro apenas entre os dois procuradores-gerais e depois com as equipes de ambos os países.

O procurador-geral suíço afirmou que foi solidificada uma relação de confiança entre Brasil e Suíça. Segundo ele, para combater a criminalidade internacional, a colaboração entre Nações é "o instrumento mais importante para promover a aplicação do direito e assegurar o respeito pela lei".

Para Roschacher, a relação entre as autoridades responsáveis pela ação penal suíças e brasileiras "já funciona sem qualquer dificuldade". De acordo com ele, as reuniões foram um passo adiante no estreitamento dessa relação.

Roschacher ressaltou ainda que muitos países no mundo procuram uma relação mais próxima com a justiça suíça e que "o Brasil é prioridade nessa lista".

A delegação suíça contava com os procuradores Brent Holtkamp, Niklaus Bircher, Maria Schnebli e Hansjürg Mark Wiedmer, além de Flavio Gibbelini, chefe do Departamento de Lavagem de Dinheiro da Polícia Federal, Enea Solari, diretor substituto do Comissariado do Departamento de Investigação do Crime Organizado da Polícia Federal da América do Norte, América Meridional, América do Sul e Caribe, Phillippe Dayer, coordenador do mesmo departamento.

O lado brasileiro contava com Edson de Oliveira Almeida, subprocurador-geral da República, Janice Agostinho Barreto Ascari, procuradora Regional da República e Arthur Gueiros, Denise Abade, Guilherme Zanina Schelb, Marylucy Barra e Gino Augusto de Oliveira Liccione, procuradores da República.

Estavam presentes também representantes do Ministério da Justiça, Ministério das Relações Exteriores, Advocacia-Geral da União, Polícia Federal e Coaf.

Revista Consultor Jurídico, 18 de fevereiro de 2003, 18h01

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