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Sob suspeita

Chega ao STF pedido de abertura de inquérito contra Fleury

O Supremo Tribunal Federal recebeu pedido de instauração de Inquérito contra o deputado federal Luiz Antônio Fleury Filho (PTB-SP), suspeito de pertencer a uma quadrilha que estaria cometendo crimes contra o Sistema Financeiro e a ordem tributária.

O pedido foi encaminhado ao STF devido à prerrogativa de função de Fleury. Segundo o Ministério Público Federal, o inquérito policial foi instaurado para apurar a responsabilidade criminal de José Paschoal Costantini e de outras pessoas envolvidas na prática de crimes como evasão de divisas, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e formação de quadrilha.

Entre as pessoas investigadas está o deputado Luiz Antônio Fleury, o qual supostamente faria parte da quadrilha voltada à prática de remessa ilegal de divisas ao exterior. Fleury, inclusive, teria rebatido as denúncias de Hilário Sestini Júnior, responsável pelas notícias e depoimentos que culminaram com a instauração do inquérito.

Em outubro do ano passado, o delegado da Polícia Federal, Antônio Carlos Carvalho de Souza, em missão especial na Coordenação-Geral de Repressão ao Crime Organizado e de Inquéritos Especiais, da delegacia de Polícia Federal, em Foz do Iguaçu (PR), instaurou inquérito policial mediante informações prestadas por Hilário Sestini Júnior.

Naquela oportunidade, Sestini afirmou que José Paschoal Constantini, quando estava à frente das empresas Casa Ouro Velho, Silver Star e Atlas Distribuidora, teria facilitado a remessa de recursos financeiros ao exterior sem a correspondente arrecadação tributária.

O Inquérito também investiga "eventual conluio" de Renato de Giuli e Antônio Carlos Sestini na dissimulação da origem de recursos financeiros evadidos do país.

INQ 1.906

Revista Consultor Jurídico, 17 de fevereiro de 2003, 15h33

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