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Jogo duro

Portuguesa deixa de pagar R$ 400 e quase vai à falência

A Associação Portuguesa de Desportos (Lusa) teve a falência pedida pela empresa Eletrotécnica Comercial Yamada, localizada no bairro paulistano da Vila Maria. O clube é um dos mais tradicionais da capital paulista e foi fundado no começo do século.

Segundo o departamento jurídico da Yamada, a fatura não paga foi referente a compra de peças para motores elétricos, no valor de R$ 400, e já havia sido protestada (antes de ser requerida a falência do clube) na 39ª Vara Cível, do Fórum João Mendes, Zona Central de São Paulo.

Para o advogado da Yamada, Antenor Batista, não havia o que ser feito se não declarar falência, pois os dirigentes do clube "deixaram de

purgar a mora", ou seja, não honraram a dívida.

O departamento jurídico da Lusa, quando procurado pela reportagem da e-Writing, contestou o pedido da Yamada informando que não poderia ser decretada a falência já que a Portuguesa é uma instituição sem fins lucrativos.

Mas, segundo Batista, desde a "Lei Pelé" os clubes são empresas com fins lucrativos com poder de negociações em dinheiro.

Na terça-feira (4/2), pela manhã, a dívida foi paga no escritório de Antenor Batista, advogado da Yamada, que fica no bairro de Santana, zona Norte de São Paulo.

Revista Consultor Jurídico, 5 de fevereiro de 2003, 11h39

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