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Linha direta

Leia a íntegra do bate-papo no iG com o presidente do TST

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Francisco Fausto, participou de um chat bate-papo no portal iG esta semana. O ministro tratou dos principais assuntos que afetam a vida dos trabalhadores no Brasil. A iniciativa do bate-papo aconteceu porque nesta quinta-feira, 1º de maio, será comemorado o dia do trabalho.

Segundo o diretor de jornalismo do iG, Leão Serva, o chat de Francisco Fausto foi um dos mais concorridos. Ficaram 782 perguntas para serem respondidas quando o bate-papo terminou. O ministro pediu que todas elas fossem enviadas à sua assessoria em Brasília, para poder responder.

Leia a íntegra do bate-papo:

12:48:35 - Min Francisco Fausto: Convidado 'Min Francisco Fausto' entrou na sala.

12:52:40 - moderadora fala para todos: Pessoal, começaremos o chat daqui há alguns minutos

12:53:14 - moderadora : Mas vocês já podem mandar suas perguntas ao Ministro Francisco Fausto, presidente do Tribunal Superior do Trabalho

12:54:47 - moderadora fala para Min Francisco Fausto: Seja bem-vindo ao iG Papo, é uma honra tê-lo aqui conversando com os nossos internautas

12:55:50 - moderadora fala para todos: Participará também do chat, fazendo perguntas ao ministro, o diretor de jornalismo do iG, Leão Serva 12:55:54 - Min Francisco Fausto : Obrigado. Estou à disposição.

12:56:52 - Leao Serva : Convidado 'Leao Serva' entrou na sala.

12:57:19 - Min Francisco Fausto : ok. Meus cumprimentos e agradecimentos pelo espaço aberto no IG.

12:57:21 - moderadora fala para todos: Pessoal, já são quase 13h, então vamos iniciar nosso chat.

12:58:07 - Leao Serva : Ministro Francisco Fausto, grato pela sua presença no iG. Em primeiro lugar eu gostaria de perguntar se o senhor acredita que realmente será possível, neste governo, alterar a CLT de forma importante ou, como aconteceu no governo passado, as mudanças serão contidas pela oposição política, sindical e por medidas judiciais.

12:58:18 - baracy : Olá ministro, boa tarde, recebi a informação de que temos um afro-descedente compondo o quadro de ministros do tst, é verdade? Sou um afro-descedente, o que o senhor acha da intenção que surge de se copiar o modelo americano e inserir no Brasil a política de ações afirmativas?

12:59:29 - Min Francisco Fausto : Acredito que possamos reformar a CLT em pontos essenciais. Um deles é a organização sindical, que vai permitir mais representatividade aos sindicatos e a exclusão de normas detalhistas sobre condições de trabalho.

12:59:49 - moderadora fala para Min Francisco Fausto: 1) O leitor do Último Segundo David Jerônimo pergunta: Por que há tanta demora no julgamento dos processos trabalhistas. Estou há 2 anos com um processo concluso que não é julgado, o que justifica essa demora?

13:00:53 - Leao Serva : Outro aspecto de que se fala muito é da necessidade de alteração da própria natureza da Justiça do Trabalho, que incorpora em sua estrutura como juízes, leigos oriundos da vida sindical. O sr. acredita que isso deva ser alterado ou isso é um componente essencial da própria idéia de Justiça do Trabalho?

13:00:53 - Min Francisco Fausto : O ministro Carlos Alberto é afro-descendente. Eu creio que a política de cotas ainda pode contemplar a cidadania de pessoas excluídas.

13:01:32 - aldrin fala para aldrin: caro ministro que o sr tem a dizer sobre a reforma da previdência dos militares estaduais?

13:01:32 - baracy : No quesito reforma do judiciário, o que o senhor acha da idéia de implantar um controle externo do judiciário??

13:02:42 - Min Francisco Fausto : Na primeira instância, de 2,2 milhões de processos ajuizados, mais de 70% são resolvidos imediatamente. Nos Tribunais Regionais, a média de julgamento é de 2 anos, quando se trata de Tribunal de grande porte. No TST, essa média é de 3 a 4 anos, porque só chegam à instãncia superior processos de alta indagação jurídica e recebemos anualmente cerca de 120.000 deles.

13:03:32 - Min Francisco Fausto : A representação classista já acabou no ano de 2000. Não temos mais juízes leigos.

13:03:37 - moderadora fala para Min Francisco Fausto: A leitora do último Segundo Luciana Silva pergunta: Trabalho há seis anos numa empresa e não sou registrada. Não recebo hora extra, recebo abaixo do piso da categoria, não tenho nenhum comprovante de renda, portanto acho difícil conseguir algo em um processo trabalhista. Por que a justiça não aperta mais o cinto sobre as empresas para verificar a ilegalidade?

13:03:44 - FRED fala para Min Francisco Fausto: primeiramente, Boa tarde, Bem tenho uma pequena empresa de transporte, no qual estou passando dificuldades financeiras e a folha de pagamento e encargos trabalhista pesam muito,portanto, irei dispensar todos no próximo mês. O que o senhor tem a dizer sobre a carga de diretos dos empregados que pesam tanto ao empregador?

Revista Consultor Jurídico, 30 de abril de 2003, 11h22

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