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24 abril 2003
Informação e Poder
Encontro nacional no PR discute comunicação na Justiça
Profissionais de comunicação de todo país estão reunidos até esta quinta-feira (24/4), no auditório do TRE do Paraná, em Curitiba, no IV Encontro Nacional dos Assessores de Comunicação do Judiciário e Ministério Público para discutir "As fronteiras entre os interesses do poder e a transparência da informação".
O Encontro foi promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça, entidade que reúne profissionais da comunicação dos órgãos federais e estaduais do Poder Judiciário e do Ministério Público de todo país. O ponto alto do encontro foi a entrega do I Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça, criado pelo Fórum para reconhecer e valorizar os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos pelos profissionais de comunicação do Judiciário e do Ministério Público.
"Essa premiação é uma forma de chamar atenção da sociedade para iniciativas positivas que promovam a Justiça e da Cidadania em nosso país", avalia Edvânia Kátia da Silva, presidente do Fórum e uma das coordenadoras do Prêmio.
Os 89 trabalhos inscritos foram premiados em 18 categorias. O Supremo Tribunal Federal foi reconhecido como melhor programa para TV e o TRF da 4ª Região venceu na categoria intranet.
O Tribunal de Justiça do Maranhão venceu nas categorias revista externa, internet, campanha externa e programa de rádio externo e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais ganhou com jornal externo, inovação e projeto institucional.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul venceu nas categorias veículo externo de comunicação virtual e publicação especial. Na Justiça do Trabalho, os vencedores foram o TRT de Minas Gerais (jornal interno e jornal mural), o TRT do Espírito Santo (campanha de comunicação interna).
O TRE do Paraná ganhou na categoria melhor clipping e o TRE de Minas Gerais de melhor programa de rádio interno. O Ministério Público Estadual de Minas Gerais levou dois prêmios: veículo interno de comunicação virtual e vídeo institucional. (Canal da Justiça)
Revista Consultor Jurídico, 24 de abril de 2003
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