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Vigário Geral

Entidade pede transferência de cela de testemunha de Vigário Geral

No dia 11 de abril, o Centro de Justiça Global participou de uma visita à principal testemunha da chacina de Vigário Geral, que aconteceu em 1993 no Rio de Janeiro, quando um grupo de policiais assassinou 21 pessoas, com pretexto de reprimir o tráfico.

A testemunha, que estava sob proteção da polícia militar do Rio de Janeiro, foi transferida por ordem do juiz da Vara das Execuções Penais para um Batalhão da PM em Niterói. Ela estava numa cela solitária, mas se sentia muito ameaçada e sem as condições adequadas de segurança. Tinha medo, inclusive, de ser alimentada com comida envenenada.

A pedido da Justiça Global, ela foi removida para uma cela com melhores condições de segurança e pôde se alimentar.

O julgamento em que será testemunha, ainda não tem data definida, mas será entre junho e julho de 2003. A JG tentou contatar o juiz da vara de Execuções Penais responsável pelo caso para obter informações sobre o motivo da transferência, mas não obteve retorno.

Até o momento, dois policiais foram condenados e outros dez absolvidos, mas o julgamento da segunda ação criminal movida pelo Ministério Público ainda não ocorreu.

Texto transcrito do site Justiça Global.

Revista Consultor Jurídico, 17 de abril de 2003, 18h40

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