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Regime fechado

Ex-delegado é condenado por assassinato de advogado em Roraima

O Tribunal do Júri condenou o ex-delegado de Polícia em Boa Vista (RR), Luiz Antonio Batista, pelo assassinato do advogado Paulo Coelho. O conselheiro federal da OAB foi executado a tiros na porta de sua casa, no centro da capital, em fevereiro de 1993.

O ex-delegado foi condenado por seis votos a um a 15 anos de reclusão em regime fechado. De acordo com a decisão, ele foi um dos mandantes do crime.

No julgamento, atuaram como assistentes de acusação, o advogado paulista Otávio Augusto Rossi Vieira e Vilmar Francisco Maciel, de Boa Vista. Vieira atuou como representante do Conselho Federal da OAB.

Logo no início dos trabalhos, o advogado do réu tentou cancelar a sessão, informando que não tinha conhecimento das peças existentes nos autos. Porém, o juiz presidente do Júri afirmou que o caso vem sendo amplamente acompanhado pela opinião pública -- e conseqüentemente pelo próprio advogado, desde 1996.

O irmão do ex-delegado, o advogado Luiz Gonzaga Batista Júnior, acusado do mesmo crime -- e que deveria ter sido julgado na mesma sessão --, não compareceu ao plenário e teve sua ausência justificada através do advogado. Seu recurso foi entregue e será submetido à avaliação do Ministério Público Estadual, que poderá -- ou não --, acatar a justificativa. Caso não seja aceita, será pedida a prisão preventiva do réu ausente. (OAB)

Revista Consultor Jurídico, 16 de abril de 2003, 15h07

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