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Plano frustrado

Tentativa de detentos para matar juiz em presídio é fracassada

O juiz Caio Cezar Meluso, corregedor da Vara de Execuções Criminais de Miguelópolis, interior de São Paulo, poderia ser a próxima vítima do crime organizado nesta terça-feira (15/4). Mas a polícia recebeu uma informação anônima e desarmou o esquema do grupo de internos do presídio da cidade, distante cerca de 400 quilômetros da capital.

O delegado Vanir Silveira apreendeu cinco estiletes (instrumento perfurante) com os presos. Os estiletes seriam usados para matar o juiz assim que ele chegasse ao presídio. O juiz vai ao presídio a cada 15 dias.

A polícia também descobriu que um dos presos que é traficante tinha sido convencido a assumir a culpa. E que a técnica desse convencimento foi feita por meio de torturas e ameaça de morte.

Os presos acusados de terem arquitetado a trama do assassinato do juiz já foram transferidos para o presídio de Franca, a 70 quilômetros de Miguelópolis.

Para o delegado Vanir Silveira, a prioridade da polícia agora é descobrir se o plano da morte do juiz tinha sido encomendado por gente de fora do presídio de Miguelópolis.

Informações de Walter Lima - repórter da Rádio Nacional

Revista Consultor Jurídico, 15 de abril de 2003, 14h53

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