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CPI do Judiciário

Deputados tentarão impedir arquivamento de CPI do Judiciário

Os deputados João Alfredo (PT-CE) e Rosinha (PT-PR) afirmaram que vão entrar com recurso contra o arquivamento do pedido de CPI para investigar denúncias de tráfico de influências e venda de sentenças nos tribunais superiores do país.

Eles haviam recolhido 184 assinaturas para pedir a abertura de uma nova CPI do Judiciário, mas o requerimento foi encaminhado de volta aos parlamentares, segundo eles, sob alegação de que 21 assinaturas não conferiam com as registradas oficialmente na Casa. Por isso, os deputados estão confirmando as adesões.

A revista Consultor Jurídico, fez uma enquete, na última semana, com a pergunta "Poder Judiciário deve ser alvo de uma nova CPI?" Das 725 pessoas que votaram, 78,8% (571 votos) se pronunciaram a favor da CPI.

A revista também publicou depoimentos de ministros de tribunais superiores, advogados e juízes sobre o assunto. Os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio; do Tribunal Superior do Trabalho, Francisco Fausto; e do presidente do Superior Tribunal de Justiça, Nilson Naves, são contra a abertura uma nova CPI do

Judiciário.

Também são contra Erick Vidigal, acusado de suposto envolvimento com o crime organizado de Mato Grosso; Ítalo Morelle, juiz da 3ª Vara de Botucatu (SP), e o advogado Raul Haidar.

Já Tourinho Neto, ex-presidente do TRF da 1ª Região alvo de acusações recentes; o presidente do Conselho Federal da OAB, Rubens Approbato Machado, e o advogado Marcelo Nemer são favoráveis à CPI.

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Revista Consultor Jurídico, 7 de abril de 2003, 21h59

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