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Parada legal

Greve de motoristas de ônibus de São Paulo não foi abusiva

Não foi abusiva a greve dos motoristas de ônibus das empresas paulistanas Cooturb e da Cooperpoli, parados desde sexta-feira (28/3), por falta de pagamento dos salários de novembro de 2002 a março de 2003. A decisão é da Seção Especializada em Dissídios Coletivos do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP).

O Tribunal concedeu estabilidade de 90 dias aos trabalhadores em greve e determinou que eles recebam pelos dias parados.

O TRT-SP determinou o pagamento dos salários, de novembro de 2002 até agora, e o registro em carteira de trabalho. Como garantia, indisponibilizou a arrecadação das cooperativas e dos bens da Cooturb e da Cooperpoli.

Os motoristas da Cooturb e da Cooperpoli operam 78 ônibus e, com a greve, deixaram dez mil passageiros sem ônibus nos bairros de São Mateus, Jardim Santo André, Guaianases, Vila Nova União e Jardim Rodolfo Pirani, na zona leste da capital. (TRT-SP)

Revista Consultor Jurídico, 1 de abril de 2003, 19h35

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