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Eleições 2002

TSE garante um sistema eletrônico de votação à prova de 'hackers'

O secretário de Informática do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Paulo Camarão, descarta a possibilidade de invasão do sistema eletrônico de votação pelos chamados "hackers". Segundo ele, a rede para transmissão dos dados de computação e totalização dos votos é fechada, sendo acessível apenas às máquinas da Justiça Eleitoral, que funcionarão interligadas.

O secretário garante que o sistema está apto a identificar qualquer tentativa de abertura dos disquetes das seções eleitorais, ou de violação dos dados das urnas. Para isso, serão utilizados recursos adicionais de segurança, dentre os quais a assinatura digital, que identifica a abertura do disquete; e a criptografia, que impede a leitura dos dados por pessoas não autorizadas.

Em caso de violação de disquete, Camarão afirma que os dados ali contidos serão desconsiderados, e os votos da seção serão recuperados a partir da urna eletrônica, que armazena todas as informações da eleição. "Além disso, o boletim de urna, impresso em papel, ficará colado na porta da seção. Assim, os dados serão públicos e poderão ser recuperados do próprio boletim", assegura o secretário.

Fonte: Agência Câmara.

Revista Consultor Jurídico, 27 de setembro de 2002, 10h38

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