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Em harmonia

Reforma: líder de Lula no Senado esclarece sua posição.

Não é porque a reforma do Judiciário começou a ser apreciada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado que a PEC 29/00 se tornará emenda constitucional este ano.

Entre o anúncio do presidente eleito, Luís Inácio Lula da Silva, de que a sociedade será ouvida para a formatação final da reforma e a orientação de seu líder no Senado, Tião Viana, para iniciar a votação da matéria esta semana, não há divergência, esclareceu o senador em nota enviada a este site.

"Na verdade, a minha posição, como líder em exercício do Bloco de Oposição no Senado Federal, e a do presidente eleito, quanto à Reforma do Judiciário são idênticas", afirmou o senador.

"Tanto eu quanto o presidente eleito consideramos o tema de fundamental importância e cuja discussão é uma das prioridades do Partido dos Trabalhadores e, portanto, não pode a matéria ser votada de forma precipitada, sem uma discussão mais aprofundada com a sociedade e com as entidades envolvidas. Por isso, nos parece insuficiente o espaço de tempo até o final do ano para que se discuta adequadamente a proposta que melhor implique um aperfeiçoamento do sistema judiciário brasileiro".

Na opinião do senador, o texto publicado pela Revista Consultor Jurídico, na quarta-feira (30/10) sob o título "Reforma do Judiciário é tema contraditório no novo Governo - Lula e Viana dão declarações divergentes sobre o tema", foi uma inferência equivocada de duas manifestações que, na prática, seriam harmônicas.

Leia o texto "Reforma do Judiciário é tema contraditório no novo Governo"

Revista Consultor Jurídico, 31 de outubro de 2002, 20h23

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