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Luto na AGU

Andrada lamenta morte de corregedora-geral da AGU

A corregedora-geral da Advocacia-Geral da União, Thereza Helena Souza de Miranda, 64 anos, morreu na manhã de segunda-feira (28/10), em Brasília, de problemas respiratórios. O advogado-geral da União, José Bonifácio Borges de Andrada, manifestou seu pesar em uma nota enviada a todos os funcionários da AGU.

Leia a íntegra da nota do ministro:

“De luto e consternado, venho informar aos servidores da Advocacia-Geral da União o falecimento, nesta manhã (28/10), da Corregedora-Geral da AGU, doutora Thereza Helena Souza de Miranda Lima. Mais do que os seus 21 anos de atuação excelente na antiga Consultoria-Geral da República e na atual Consultoria-Geral da União, o seu trabalho foi sempre marcado pela capacidade analítica e de apreensão, segurança e principalmente, equilíbrio nos seus julgamentos e o mais elevado espírito público.

Desde a sua posse no cargo em julho deste ano, fui testemunha da sua prudência e do seu compromisso com a mais absoluta correção de conduta. Não tive dúvidas, em nenhum momento da minha convivência com a doutora Thereza Helena que contava com uma profissional da mais alta competência para enfrentar os desafios que a cada instante eram colocados no seu caminho.

Thereza Helena teve um histórico exemplar de servidora pública, iniciado em 1956 quando entrou para o magistério para atuar do ensino fundamental ao superior. Com a mesma competência e seriedade, foi titular da Secretaria-Geral do antigo Tribunal Federal de Recursos e do Conselho da Justiça Federal e prestou assessoria jurídica a inúmeras entidades do Poder Executivo.

Porém, não foi apenas o seu currículo que me deu a certeza do acerto da minha escolha para o cargo de Corregedora-Geral da União. Também percebi o entusiasmo com o qual aceitou o meu convite e a sua determinação de prestar mais um serviço adicional à República. Thereza Helena viu a AGU nascer e colaborou para a consolidação da instituição com muito trabalho.

Dentre as várias instituições a que serviu, sem dúvida a AGU é a que mais lhe fica devedora, pela sua dedicação e pelo amor que demonstrou ter por esta Casa. Verdadeiro exemplo de advogada e consultora pelas suas qualidades pessoais de caráter e pelo alto nível de seus conhecimentos técnicos jurídicos, a sua perda é irreparável para a instituição e para mim como colaborada da minha confiança”.

Revista Consultor Jurídico, 29 de outubro de 2002, 12h30

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