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Fim da impunidade

OAB-SP pede punição para assassino de advogada

O presidente em exercício da OAB-SP, Orlando Maluf Haddad, divulgou, nesta segunda-feira (14/10), nota oficial sobre o assassinato da advogada Júlia Torres de Oliveira. Ela foi assassinada, no sábado (12/10), na chácara de sua propriedade na região de Guarulhos.

Haddad cobra empenho das autoridades para descobrir quem matou a advogada.

Leia a Nota Oficial da OAB-SP:

A advogada Júlia Torres de Oliveira, de 54 anos, foi assassinada de forma cruel e premeditada. Suspeita-se de vingança, uma vez que ela tinha forte militância na área ambiental e em defesa dos animais.

Independente do motivo que levou ao seu assassinato, não se pode deixar de constatar a ousadia de seu assassino, que a arrastou para fora de casa, enquanto ligava para a Polícia pedindo socorro; nem o grau de sua violência, ao atingir a vítima com uma seqüência de golpes de faca.

Mais uma vez a violência deixa um saldo nefasto para a sociedade e para Advocacia. A morte de Júlia Torres de Oliveira é mais do que uma tragédia pontual. Assinala a luta impotente de uma cidadã frente à violência implacável, nutrida pela impunidade, que não ajuda a prevenir, nem reprimir o crime.

A OAB-SP espera das autoridades que se empenhem na elucidação desse assassinato bárbaro e na prisão desse frio assassino. Temos todos de estar unidos na defesa intransigente da vida e na punição da delinqüência violenta. Ou só nos restará a barbárie.

São Paulo,14 de outubro de 2002

Orlando Maluf Haddad

Presidente em exercício da OAB SP

Revista Consultor Jurídico, 14 de outubro de 2002, 16h59

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