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Bola da vez

Enéas e deputados podem responder por falsidade ideológica

O jornalista Carlos Brickmann quer que a Polícia Federal investigue eventual crime de falsidade ideológica cometido por deputados federais eleitos pelo Prona. Brickmann, representado pela advogada Tânia Lis Tizzoni Nogueira, entrou com uma representação na Superintendência da Polícia Federal.

Motivo: os deputados Enéas, Irapuan Teixiera, Elimar Maximo Damasceno, Ildeu Alves de Araújo e Vanderlei Assis Souza, eleitos por São Paulo, moram no Rio de Janeiro. Por isso, não poderiam representar São Paulo.

Segundo Tânia, os deputados, em tese, teriam cometido crime de falsidade ideológica por representarem uma cidade e morarem em outra.

A advogada citou o exemplo do deputado Ildeu Alves de Araújo, que disse morar em Americana (SP). De acordo com Tânia, no endereço fornecido pelo deputado não mora ninguém e, além disso, o telefone dele é do Rio de Janeiro.

Na segunda-feira, a advogada deve pedir ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo a não diplomação dos deputados federais. De acordo com ela, não há nenhum interesse político por parte do jornalista no caso. A advogada faz questão de enfatizar que ele não é ligado a nenhum partido político e nem tem parentes candidatos. “Apenas preza pela moralidade administrativa”, finalizou.

Revista Consultor Jurídico, 11 de outubro de 2002, 15h44

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