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Vagas no STF

São Paulo perde força na cúpula do Judiciário

Com a saída dos ministros do Supremo Tribunal Federal, Moreira Alves e Sydney Sanches, que se aposentam em abril próximo, a Corte passará a ter um único ministro paulista: José Celso de Mello Filho.

Como o STJ, atualmente, têm ocupadas apenas três de suas 33 cadeiras por representantes de SP, tudo indica que, se o Estado ficar super-representado no Executivo, no Judiciário estará subrepresentado. Pelo menos em sua cúpula.

Nomes femininos são cotados para as três vagas que se abrem no STF logo no início do governo Lula. Os nomes até agora cogitados são o da juíza federal Salete Maria Polita Maccaloz, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro (que foi do PT), o da procuradora-geral do Estado de Minas Gerais, Carmen Lúcia Antunes Rocha, professora de Direito Constitucional e o de uma craque na área do Direito Público, Maria Sílvia Zanella di Pietro, cujas teses são bastante citadas no Supremo. Ela é autora de diversos livros.

Revista Consultor Jurídico, 5 de novembro de 2002, 10h37

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