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Velocidade reduzida

Comissão pede mais tempo para apurar irregularidades no TRT-RO

O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho decidiu estender o

prazo de sindicância no Tribunal Regional de Trabalho de

Rondônia (14ª Região). O pedido foi feito pela própria

comissão que investiga denúncias de irregularidades no

tribunal.

Os trabalhos de apuração serão retomados em 1º de agosto e

têm previsão de serem concluídos no prazo de dois meses. A

comissão é formada pelos ministros João Oreste Dalazen,

Gelson de Azevedo e Brito Pereira.

Em auditoria prévia realizada pelo TST foram levantadas

várias denúncias. Entre elas, nomeação irregular de juízes

classistas, pagamento excessivo de diárias, afastamento

indevido de servidores e contratação irregular de servidores.

Durante o Pleno do TST, o ministro Dalazen relatou a

estratégia dos 45 dias de trabalho da comissão. Foram tomados

36 depoimentos, a maioria de servidores do próprio TRT.

Segundo o ministro, ainda faltam ouvir "personagens

fundamentais" para o esclarecimento das denúncias.

O ministro do TST disse que as apurações e a colheita de

provas exigem aprofundamento e devem ser intensificadas. Ele

não

descartou a necessidade de laudo pericial suplementar. O

número de denúncias e de documentos é tão grande, segundo o

ministro, que o prazo de dois meses pode ser insuficiente

para a conclusão da sindicância.

Como a sindicância transcorre em segredo de justiça, o

ministro não relatou detalhes da apuração, considerada pelo

ministro Rider de Brito "desgastante e difícil" , mas

fundamental para o "futuro e o bem de toda a instituição".

Revista Consultor Jurídico , 1º de julho de 2002.

Velocidade reduzida

Apuração de irregularidades no TRT-RO levará mais tempo

Comissão pede mais tempo para apurar irregularidades no TRT-RO

O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho decidiu estender o

prazo de sindicância no Tribunal Regional de Trabalho de

Rondônia (14ª Região). O pedido foi feito pela própria

comissão que investiga denúncias de irregularidades no

tribunal.

Os trabalhos de apuração serão retomados em 1º de agosto e

têm previsão de serem concluídos no prazo de dois meses. A

comissão é formada pelos ministros João Oreste Dalazen,

Gelson de Azevedo e Brito Pereira.

Em auditoria prévia realizada pelo TST foram levantadas

várias denúncias. Entre elas, nomeação irregular de juízes

classistas, pagamento excessivo de diárias, afastamento

indevido de servidores e contratação irregular de servidores.

Durante o Pleno do TST, o ministro Dalazen relatou a

estratégia dos 45 dias de trabalho da comissão. Foram tomados

36 depoimentos, a maioria de servidores do próprio TRT.

Segundo o ministro, ainda faltam ouvir "personagens

fundamentais" para o esclarecimento das denúncias.

O ministro do TST disse que as apurações e a colheita de

provas exigem aprofundamento e devem ser intensificadas. Ele

não descartou a necessidade de laudo pericial suplementar. O

número de denúncias e de documentos é tão grande, segundo o

ministro, que o prazo de dois meses pode ser insuficiente

para a conclusão da sindicância.

Como a sindicância transcorre em segredo de justiça, o

ministro não relatou detalhes da apuração, considerada pelo

ministro Rider de Brito "desgastante e difícil" , mas

fundamental para o "futuro e o bem de toda a instituição".

Revista Consultor Jurídico , 1º de julho de 2002.

Revista Consultor Jurídico, 1 de julho de 2002, 18h45

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