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Caso encerrado

Governo arquiva denúncia contra Eduardo Jorge

O ex-secretário-geral da Presidência da República, Eduardo Jorge Caldas Pereira se livrou de responder inquérito na Corregedoria-Geral da União. O órgão arquivou as denúncias por entender que "os dados e informações coligidos não contemplam elementos configuradores para abertura de procedimento correcional".

O ex-secretário foi acusado de influenciar decisões em negócios dos fundos de pensão e de ter pressionado a Funcef a participar de consórcio formado em 1996 com a Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) e Sistel (Telebrás) para adquirir ações da Ferronorte. Além de ter "indicado o presidente da Sasse (seguradora da Caixa Econômica)".

Em novembro do ano passado, a CGU já havia arquivado 15 processos contra Eduardo Jorge, que tramitavam no órgão. De acordo com a CGU, as denúncias feitas com base em noticias da imprensa, sem provas concretas, referiam-se a verbas que teriam sido desviadas da construção do edifício do TRT paulista e a presumidos empréstimos subsidiados pelo BNDES.

O órgão manteve apenas um processo referente à participação de Eduardo Jorge em favor do pagamento de indenização, pelo DNER, a uma empresa.

Revista Consultor Jurídico, 17 de janeiro de 2002, 20h37

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