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Caso DNER

Que o bar pertence a uma família, que são ainda os proprietários do bar e que podem tranquilamente confirmar o que foi dito neste depoimento;

Que Moacir Padilha passou a morar em uma Kitinete, onde Ulisses morava antes, tendo um sucedido ao outro, em cima do dito bar; Que dessa forma Moacir Padilha praticamente morava dentro da firma do depoente, que era desta forma totalmente controlada pelo os ditos lobistas;

Que foram inclusive emitidos cheques da firma do depoente, Nova Agência, para pagar os alugueres dessa kitinete, que pertencia à firma Pinheiros Imóveis, e que Ulisses usou dos recursos da firma do depoente para custear assim a moradia de Moacir, inclusive emitindo dos cheques sem fundo, cuja cópia cheque em anexo como DOC. 14;

Que esses documentos são os cheques de n.ºs 17050-7 e 1757, de 08 de abril de 1999 e 19 de abril de 1999, totalizando R$ 1.065,78, que os cheques foram emitidos e devolvidos pela alínea 11, sem fundos, quando exatamente o genitor do depoente estava gravemente internado e uma carta assinada pelo o depoente, comunicando ao banco para que não pagasse nenhum cheque da Nova Agência com a assinatura do depoente e do Sr. Ulisses;

Que dentro do momento certo mandará fazer exame nas assinaturas do seu pai, pois acha que as mesmas foram falsificadas; Que o Sr. Cláudio foi contratado pelo o Sr. Ulisses;

Que em abril de 1999, Ulisses parou praticamente de ir a agência, na firma do depoente, dado que parecia ter recebido vultosa quantia, indo ao Paraná atrás de mais precatórios;

Que depois Ulisses foi para Belo Horizonte à procura de outros precatórios, ITDAs junto ao INCRA para serem liberados tais montantes, já que tinha um canal forte no INCRA, oferecendo o pagamento da promissória de R$ 100.000,00 que deve ao depoente, que está sendo executada, ofereceu ITDAs em pagamento;

Que também nos sábados à tarde, Gilson Zerwes Moura ia para a agência, de bermuda, ficando conversando com Ulisses, Moacir e Flávia;

Que o Gilson ia muitas vezes nos sábados depois das 11:00hs, para a agência, sendo que a agência ficava aberta até às 16:00hs e Gilson ficava com Ulisses, na sala principal, do térreo; Que os dois ficavam bebendo cerveja e saiam em geral, meio tocados;

Que Moacir mais tarde subia as escadas para a sua kitenete praticamente tropeçando de bêbado enquanto que Gilson saia alegre com a bebida;

Que o ambiente entre eles era sempre de descontração e amizade; Que todo carro novo que chegava na agência, importado, bonito, que se pudesse desfilar, normalmente Gilson ia embora para sua residência e entrega em outro dia na agência;

Que Gilson usou uma caminhonete de marca Chevrolet cor branca, placa KCT 5050, que era de propriedade do depoente, a título de empréstimo, pegando o carro com Ulisses, passando um final de semana com a dita caminhonete; Que esse fato aconteceu entre abril e maio de 1999;

Que ficou conhecendo o Sr. Morbach no Metropolitan Flat, apresentado pela a filha do depoente, Ana Carolina, sua ex-esposa Maria Lúcia, que na época Maria Lúcia era Assessora do Representante do Governado de Minas Gerais em Brasília, Sr. Israel Pinheiro, não tendo muito contato com o Sr. Morbach;

Que quando precisou do Sr. Morbach para que levasse uma encomenda para Belém onde o mesmo se prontificou, mas não encontrando o depoente, não levou a encomenda;

Que o Sr. Maurício Hasenclever Borges, amigo de Maria Lúcia de Oliveira, ex-mulher do depoente, em conversa no Metropolitan o Maurício afirmou com todas as letras:"eu não pago nada sem ordem expressa do Ministro Eliseu Padilha, qualquer que seja o tipo de processo, apesar de eu ter autonomia e ter o dinheiro, não tenho autonomia para fazer o pagamento e estou desgostoso, não sabendo se continuarei no cargo”;

Que o depoente não tem e não tinha ligação com pessoas do DNER, exceto as pessoas iam a sua firma a procura de Ulisses;

Que se recorda que uma pessoa chamada Marcelo, mais ou menos com 20 e poucos anos, cabelo partido no meio, que todos os sábados pegava um carro emprestado com o Ulisses, usando o mesmo no final de semana e entregando o carro na segunda-feira, pela manhã, chegou às 10:00 da manhã, no final de fevereiro/1999, e entregou uma pasta de cor azul, pasta de plástico, sendo que tendo na frente um plástico transparente, contendo a primeira página com um slogn do DNER;

Que nesta pasta que o depoente olhou antes de entregar para o Dr. Ulisses e não entendeu o porque daquela pasta porque era relações de precatórios, contendo os nomes de titulares de precatórios, os valores, o nome dos processos de origens, as varas judiciais, sendo que a listagem estava na ordem cronológica;

Que Marcelo disse que estava vindo a mando de Raimundo Dantas para entregar os documentos para Ulisses, entregando os documentos ao depoente e pedindo que só entregasse os mesmos nas mãos de Ulisses;

Revista Consultor Jurídico, 18 de fevereiro de 2002, 18h37

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