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Prisão revogada

Justiça argentina concede liberdade para dona do jornal Clarín

A Justiça argentina concedeu, na noite de segunda-feira (23/12), liberdade à diretora do jornal argentino Clarín, Ernestina Herrera de Noble. A empresária, de 77 anos, foi presa em 18/12 e, depois de ser interrogada, teve decretada a prisão domiciliar.Ela está sendo investigada pela suposta adoção ilegal de seus dois filhos.

A proprietária do Grupo Clarín declarou ao juiz Roberto Marquevich, na quinta-feira (19/12) que é inocente. A Justiça procura esclarecer se Ernestina adotou de forma irregular Felipe e Marcela Noble, que, segundo suspeitas das Avós de Praça de Maio, podem ser filhos de presos-políticos desaparecidos na ditadura militar argentina (1976-1983).

A empresária é investigada pelo suposto uso de documento público falso para adotar as duas crianças, em 1976. Na semana passada, um tribunal de segunda instância suspendeu a ordem do juiz Marquevich, que determinou a retirada de uma amostra de sangue dos filhos adotivos de Ernestina para fazer exames de DNA, que seriam comparados com dados genéticos de pessoas desaparecidas durante o regime militar.

Fonte: Jornal do Brasil

Revista Consultor Jurídico, 27 de dezembro de 2002, 9h04

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