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Escolha aprovada

Para Ajufe, Thomaz Bastos será catalisador entre os poderes.

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) considera a escolha do jurista Márcio Thomaz Bastos como ministro da Justiça do governo Lula extremamente acertada para assegurar o diálogo do Executivo com o Poder Judiciário no país.

O presidente da entidade, juiz Paulo Sérgio Domingues, participou da solenidade no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Brasília em que o presidente eleito, Luis Inácio Lula da Silva, confirmou a indicação. Para ele, Bastos "certamente vai atuar como um agente catalisador entre os três poderes e também entre os magistrados, advogados e diversas entidades que atuam no Judiciário".

Segundo Domingues, pelo perfil e atuação do jurista, a busca de soluções para problemas graves como a Segurança Pública, Direitos Humanos e o amplo acesso à Justiça estarão em foco permanente nesse diálogo.

"É muito importante para nós, juízes federais, ter à frente do Ministério da Justiça um profissional com tamanha história de luta pelo Estado Democrático de Direito e pelos valores máximos da Justiça", disse Domingues. "Estaremos torcendo para que ele, que demonstrou entusiasmo em deixar de defender clientes privados para defender a sociedade, possa obter o mesmo sucesso nessa grande causa".

Revista Consultor Jurídico, 19 de dezembro de 2002, 19h07

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