Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Expansão progressiva

Inauguração da nova sede do TRF4 terá sessão especial do CJF

O novo prédio-sede do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região será inaugurado amanhã (16), às 18h, com a presença do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Nilson Naves. Antes da cerimônia, às 17h, haverá uma entrevista coletiva à imprensa. O edifício localiza-se na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, nº 300, no bairro Praia de Belas, na capital gaúcha e vai reunir, em um mesmo local toda a estrutura da corte, atualmente espalhada por sete endereços de Porto Alegre.

Além da solenidade, um evento de caráter nacional será realizado no prédio, marcando a importância da data para o Judiciário brasileiro: o Conselho da Justiça Federal vai se deslocar de Brasília, onde tem sede, e realizar sessão especial em Porto Alegre, amanhã (16), às 15h. O órgão é composto pelos presidentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dos cinco TRFs do país, pelo coordenador-geral da Justiça Federal e por outros ministros do STJ.

A construção tem 36 metros de altura e divide-se em duas torres, uma destinada aos serviços judiciários e a outra, às unidades administrativas. Ambas são interligadas em três andares por passarelas metálicas com cobertura translúcida. A área total construída é de 34.528,82 metros quadrados, em um terreno de 9.984 metros quadrados. São dez pavimentos: nove para os setores de trabalho e um para a garagem. As obras duraram quatro anos.

Ultimamente, devido à necessidade de expansão progressiva da sua estrutura em decorrência do aumento do número de processos, o TRF estava funcionando em sete locais, gastando, a cada mês, R$ 193.522,94 entre aluguéis e taxas de condomínios. As novas instalações vão melhorar o atendimento, facilitando a vida dos cidadãos, pois concentram todos os serviços prestados.

O custo total do empreendimento foi de R$ 39.836.393,89. Todo o processo foi acompanhado e aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que examinou a documentação em três oportunidades e atestou sua regularidade. Um cálculo simples resulta na projeção de que, em apenas 17 anos, pelos valores atuais, só a economia do custo com aluguéis e condomínios pagará todo o gasto de construção do novo prédio, que permanecerá integrando o patrimônio do Judiciário.

Fonte: Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 15 de dezembro de 2002, 20h38

Comentários de leitores

0 comentários

Comentários encerrados em 23/12/2002.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.