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Extradição aceita

STF concede extradição para argentino que matou taxista

O Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, aceitar o pedido feito pelo governo da Argentina para que Américo Cláudio Mena volte para o país. Ele é acusado de cometer homicídio simples. Desde a data do crime, ocorrido em 1999, o argentino já cumpre prisão cautelar em Porto Alegre.

O relator da Extradição, ministro Celso de Mello, disse que não houve intenção política no crime cometido. Mello afirmou que, no próprio interrogatório, o acusado disse ter matado um motorista de táxi por motivo religioso.

De acordo com os autos, Mena disse que a sua mulher era de “umbanda” logo que entrou no táxi. Então, o taxista teria dito que “não gostava de bruxos, bruxaria e coisa ruim”. Por isso, começou a discussão que terminou em morte.

Os ministros seguiram o voto de Celso de Mello. Segundo o ministro, o fato não se ajusta ao conceito de criminalidade política porque houve apenas um conflito entre pessoas.

Mena pode ser condenado pelo governo argentino a pena de 8 a 25 anos de prisão.

EXT 835

Revista Consultor Jurídico, 15 de agosto de 2002, 16h13

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