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Sem acordo

Por falta de acordo, dissídio coletivo da Embrapa será julgado no TST.

Pela terceira vez mantém-se o impasse sobre o percentual de reajuste salarial entre a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - e o Sinpaf, sindicato que representa os funcionários.

O vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho e instrutor do processo, ministro Vantuil Abdala, determinou o prosseguimento do processo de dissídio coletivo iniciado pelo Sinpaf. "Após conversar com as partes, constatamos que não será possível alcançarmos um acordo hoje", disse o ministro Vantuil.

O ministro avisou aos representantes da Embrapa e do Sinpaf que a audiência não podia ser adiada mais uma vez. "O Governo sinalizou que estaria disposto a continuar negociando, mas não há mais o que fazer nesta etapa no Tribunal", afirmou.

Ele explicou às partes que o processo seria distribuído ao relator sorteado na audiência - o ministro Rider Nogueira de Brito -, que se encarregará de estudá-lo e levá-lo a julgamento pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal.

Nada impede, porém, que, caso as partes consigam uma composição amigável antes do julgamento, entrem com uma petição apresentando o acordo para homologação pela SDC.

Revista Consultor Jurídico, 12 de agosto de 2002, 19h21

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