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Quinta-feira, 1º de agosto.

Primeira Leitura: mais um collorido aparece na campanha de Ciro.

Ser humano

Apareceu mais um collorido na campanha de Ciro Gomes à Presidência: consultor da Força Sindical, Antônio Rogério Magri – o “imexível”, lembra? – dá expediente no comitê do vice de Ciro, Paulo Pereira da Silva (Paulinho), em São Paulo.

Subiu no telhado

Quarta-feira, o candidato da Frente Trabalhista amenizou a defesa do coordenador de sua campanha, o collorido José Carlos Martinez (PTB-PR), e de Paulinho, acusado de irregularidades no comando da Força Sindical. “Se desviaram dinheiro público, e se provarem isso, estarão fora da minha campanha", disse Ciro.

Saída à francesa

No comando da campanha de Ciro, procurava-se, quarta-feira, uma maneira para que Martinez deixasse a coordenação de uma forma discreta. Quanto ao líder sindical, ainda se tentava uma solução, já que o desgaste de imagem provocado pela saída do vice seria maior.

O clone

Saiu no jornal econômico francês La Tribune: para muitos empresários brasileiros, Ciro é um clone de Fernando Collor.

Algo de novo

A cotação do dólar disparou ontem: no fechamento, a moeda americana estava a R$ 3,47, depois de bater em R$ 3,61 no período da manhã. Parecia que operadores estavam tomados pelo pânico, não fosse o fato de todos os outros indicadores – como os juros no mercado futuro, a Bovespa, a taxa de risco do país e o próprio C-Bond – indicarem uma melhora do ambiente.

Dois Brasis

De um lado, apostava-se que as negociações com o FMI chegariam a um bom termo e que o cenário eleitoral mudaria, a partir das pesquisas que mostram estagnação do candidato Ciro Gomes (PPS); de outro, via-se a insolvência iminente.

Motivos não faltam

Por que o dólar subiu tanto quarta-feira? Faltou moeda, em um mês de muitos vencimentos de dívidas de empresas. Não havia vendedor. Além disso, era fechamento da Ptax, como é conhecida taxa média do câmbio no mês, que define o ganho de quem comprou dólar no mercado futuro.

Sinal positivo

Apesar da tensão no fechamento da Ptax deste mês, a projeção para o dólar nos contratos de setembro estava em R$ 3,407, alta de 3,39%, menos intensa do que a registrada no mercado à vista. Há indicações, portanto, de uma relativa melhora do mercado.

Sinal negativo

O perigo: agosto também é mês de muitos vencimentos para as empresas. Caso haja algum sinal, nos próximos dias, de dificuldades na liberação de dinheiro do Fundo, a deterioração tende a se generalizar.

Acordo “sanfona”

Com o FMI, a idéia seria obter um acordo em duas etapas: a primeira, com encerramento previsto para dezembro de 2003, pela qual o governo poderia sacar até US$ 10 bilhões; e a segunda, que poderia avançar no próximo ano e englobaria a liberação de um montante maior de recursos.

Nesse caso, ficaria a cargo do candidato eleito dizer se concorda ou não com as condições acertadas pela atual equipe econômica.

Assim falou...José Serra

“Toda vez que ele abre a boca, o dólar sobe.”

Do candidato governista à Presidência, sobre o nervosismo do mercado com a retórica cada vez mais incendiária do presidenciável da Frente Trabalhista, Ciro Gomes.

Tudo é história

Em 7 de fevereiro de 2000, o sindicalista Antônio Rogério Magri foi condenado pela Justiça Federal a dois anos de reclusão por corrupção passiva. Magri, que recorreu da decisão, foi ministro do Trabalho de Fernando Collor até 1992, quando surgiu uma fita na qual o ex-ministro teria confessado o recebimento de US$ 30 mil para assegurar recursos destinados à construção do Canal da Maternidade, uma obra polêmica em Rio Branco (AC). Hoje, Magri integra o time de colloridos na campanha de Ciro Gomes à Presidência.

Revista Consultor Jurídico, 1 de agosto de 2002, 11h13

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