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Coluna do Rio

Vasco é condenado a indenizar torcedor

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O Vasco da Gama foi condenado a indenizar o operador de serviços telefônicos, Reginaldo Loureiro. Ele estava no estádio de São Januário assistindo Vasco x São Caetano no dia em que os alambrados quebraram e dezenas de pessoas ficaram feridas.

A decisão é do juiz do Segundo Juizado Especial Cível, Cleber Ghelfenstein. O juiz mandou o clube pagar R$ 6.025,00 por danos morais e R$ 15,00 por danos materiais. Segundo a ação, o torcedor urinou sangue quando chegou em casa depois do acidente e teve que ser medicado em um hospital.

O juiz afirmou que o "lamentável episódio é decorrência do amadorismo dos dirigentes do futebol, aliada a ganância pelos lucros, mesmo que às custas do sofrimento dos torcedores".

Nobreza na delegacia

Pedro Tiago Bourbon de Orleans e Bragança, tetraneto de Dom

Pedro II, prestou depoimento na 105º Delegacia Policial de Petrópolis. Ele é acusado do desaparecimento de peças de porcelana do Palácio Grão - Pará.

O tetraneto de Dom Pedro II admitiu ter vendido as peças, mas disse acreditar que as mesmas pertenciam a seu pai e não à sua tia, que registrou o boletim de ocorrência.

Segundo round

O juiz que preside uma junta de conciliação e julgamento do Tribunal Regional do Trabalho do Rio e um notório advogado se estranharam. Tudo por causa de uma ação trabalhista em que uma universidade carioca é ré.

O juiz moveu ação de indenização por danos morais. A 9ª Vara Cível atendeu o pedido do juiz e mandou o advogado indenizá-lo em cinco vezes o valor de seu vencimento mensal, acrescido de juros. Arbitrou ainda 10% desse valor de honorários advocatícios.

Mas a decisão foi reformada pelo desembargador Raul Celso Lins e Silva, da 17ª Câmara Cível do TJ-RJ. O desembargador entendeu que houve reciprocidade de afrontas e as ofensas não se tornaram

públicas.

Repercussão negativa

Pode custar caro ao governador do Rio, Anthony Garotinho, a acusação de que a vice-governadora, Benedita da Silva, teria desviado R$ 500 mil destinados aos restaurantes populares.

O episódio repercutiu entre os evangélicos, dos quais Garotinho espera apoio em futuras campanhas.

Pastores afirmaram que ele infringiu o princípio bíblico da correção

fraterna.

 é editor da revista Consultor Jurídico no Rio de Janeiro

Revista Consultor Jurídico, 31 de outubro de 2001, 12h01

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