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Judiciário paulista

Servidores não aceitam contraproposta do TJ-SP e mantém greve

Os servidores do Judiciário paulista decidiram manter a greve pelo menos até o dia 18 de outubro. A decisão foi tomada em assembléia nesta quarta-feira (10/10).

A categoria está parada há 44 dias e reivindica reposição salarial de 54,31%. O Tribunal de Justiça de São Paulo chegou a apresentar uma contraproposta, mas o comando de greve não a aceitou.

Os líderes sindicais voltam a se encontrar com a comissão de negociação do TJ-SP na próxima terça-feira. Na assembléia do próximo dia 18 os servidores examinarão o cenário para decidir se a paralisação continua.

A comissão formada por três desembargadores do TJ-SP propôs o pagamento de uma gratificação de R$ 150 a partir de 2002. Foi proposto também que, no quarto mês do próximo ano, o TJ-SP enviará projeto de lei à Assembléia Legislativa com proposta de reajuste com percentual a ser definido depois de fazer uma média na arrecadação.

Segundo o presidente do Sindicato União dos Servidores do Poder Judiciário no Estado de São Paulo, Wagner José de Souza, a categoria quer uma proposta palpável. "Queremos aumento ainda este ano, o que eles estão oferecendo é tudo para o ano que vem; como é ano eleitoral, tudo pode mudar e, nós poderemos sair prejudicados", diz Souza.

Revista Consultor Jurídico, 10 de outubro de 2001, 19h50

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