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Votação adiada

Governo bloqueia decisão novamente para evitar derrota

A votação da proposta de submeter mandamentos da CLT a acordos sindicais (PL 5.483/01) foi novamente adiada. A base governista retirou-se do plenário, negando quórum à sessão para evitar uma provável derrota.

O número mínimo regimental para deliberação da matéria é de 257 deputados. Quando 200 parlamentares já haviam votado - quase todos contra o projeto - os governistas se retiraram e a sessão foi suspensa. A proposta deve voltar ao plenário na próxima sessão deliberativa.

O projeto já havia sido votado nominalmente no início da noite desta quarta-feira (28/11), com o painel eletrônico. Como o painel apresentou defeito, e conforme o determinado pelo regimento da Câmara, decidiu-se pela votação viva-voz. O projeto também havia sido rejeitado anteriormente em votação simbólica.

Segundo a Agência Estado, o presidente Fernando Henrique Cardoso comandou, pessoalmente, a força-tarefa do governo para arrebanhar apoio ao projeto que altera a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Convocados pelo chefe para ajudar o Palácio do Planalto, ministros, políticos, representantes da equipe econômica, governadores e até o secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, entraram no corpo-a-corpo junto aos deputados.

Revista Consultor Jurídico, 28 de novembro de 2001, 21h12

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