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À moda de Chicago

Que anos depois, assinou outras propostas da TERRACAP, também praticamente sem ler e imediatamente assinou procuração e contratos privados passando os imóveis para o Grupo OK;

Que certa vez recebeu uma carta da TERRACAP, que sequer leu a carta e passou para o Dr. Cleone, dado que sempre entendeu que os imóveis pertenciam ao Grupo OK e eles resolveriam o problema;

Que certa vez, oficiais de justiça lhe procuraram, causando-lhe constrangimento e preocupação por conta de dívida da Proteforte perante o INSS;

Que ouviu falar, sendo assunto relativa a gerência financeira e não da tesouraria, que houve uma desavença com o segurança Ivan e a empresa, relativa a quatro mil reais, quantia sobre a qual o Sr. Ivan não teria prestado conta, não sabendo informar mais nada sobre isso;

Que o segurança Brito, policial militar, sargento com três fitas no ombro, certo dia apareceu no prédio da OAB e disse que estava com a perna machucada com um corte;

Que Brito trabalha mais levando valores para as fazendas;

Que Ricardo Barcelos é filho de Barcelos e é policial militar e trabalha na parte relativa a transporte de valores para bancos indo pegar valores na gerência financeira e levando para bancos, para efetuar depósitos;

Que um frigorífico que funciona lá na Fercal, perto de Sobradinho, pertenceu há cerca de dez a quinze, pertenceu a Luiz Estevão ou ao Sr. Lino Martins;

Que, alguns anos atrás, Brito ia lá numa fazenda perto de Sobradinho, mas que essa fazenda já não mais pertence ao Grupo OK, tudo indica que voltou para o governo, não sabendo informar;

Que ouviu falar, não tendo certeza, que Brito ia pagar o caseiro ou alguma coisa do tipo;

Que sobre o Sr. F. Monteiro, sabe que o mesmo abriu uma firma chamada Montalto e que o mesmo continua a trabalha na imobiliária; Que a imobiliária é um setor do Grupo OK, que funcionava antes no Setor de Rádio e Televisão Sul, que funcionava na altura da 701/702, que depois foi transferido para um prédio na 504 Sul e depois foi para um outro endereço que o depoente não sabe informar;

Que o sr. Monteiro trabalha agora como prestador de serviço, por essa firma Montalto; Que antes o setor de imobiliária recebia sinais de vendas de imóveis, mas que hoje, o movimento do Grupo OK está baixíssimo hoje, que não sabe o que esse setor faz hoje;

Que ouviu falar que outros empregados também abriram firmas e passaram a trabalhar como prestadores de serviços ao Grupo OK;

Que sabe que a Srª Rutiane é encarregada do departamento de cobranças imobiliárias do Grupo OK;

Que a mesma trabalha há anos como prestadora de serviços, por uma firma da qual não se recorda o nome, sendo paga através de nota fiscal emitida por essa firma;

Que teve o constrangimento de ver seu telefone penhorado para pagamentos da firma Proteforte, sendo que nunca dirigiu a firma Proteforte e nunca sequer foi lá;

Que todas as sextas-feiras, o Grupo OK paga pela tesouraria, umas trinta pessoas, sendo parte dos mesmos empreiteiros, e outra parte prestadoras de serviços;

Que consta nos recibos que todos são empreiteiros;

Que quando os empreiteiros recebem as quantias não emitem notas fiscais e sim recibos, em papel de computador e não em papel timbrado;

Que cerca de trinta mil reais são pagos a esses empreiteiros, dessa forma, para alguns seguem quantias como cem, duzentos e para outros quantias que chegam a três mil, raramente chegando a cinco mil reais ;

Que nos recibos só constam um número referente a obra, por exemplo, obra 19, obra 15, obra 53;

Que se recorda que uns dos empreiteiros mandava um recibo referente à obra no estádio de Taguatinga que é conhecido como Serejão;

Que no caso do estádio Serejão, um segurança civil ia pegar o dinheiro e levar para Taguatinga, enquanto que outros empreiteiros recebiam na boca do caixa, em dinheiro vivo;

Que muitos empregados foram demitidos, passando alguns para a SAENCO, e alguns outros abrindo firmas para prestar serviços, não sobrando praticamente nenhum empregado no Grupo OK e ficando na SAENCO;

Que conheceu um senhor chamado Arnaldo, há muitos anos atrás, que trabalhava como segurança, e que acha que esse Arnaldo parou de trabalhar para o Grupo OK há uns 08 anos atrás;

Que as relações de pagamentos aos empreiteiros vinham da gerência financeira;

Que tais relações somente tinham as listas dos empreiteiros e as somas a serem pagas, e então fazia os pagamentos de acordo com as relações, sem fazer mais perguntas;

Que havia também uma outra relação de empregados, com pagamentos mensais, e que nessa lista era praticamente para pessoas da limpeza, vigias, o sr. Silvio Kam e o depoente e que essas somas são pagas com envelopes contendo dinheiro;

Que o pessoal da segurança, boa parte dos quais pessoais militares, são pagos diretamente pelo Barcelos;

Revista Consultor Jurídico, 20 de novembro de 2001, 21h20

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