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Jogada estratégica

Bill Clinton abandona o exercício da advocacia

O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton renunciou ao exercício de sua profissão de advogado perante o Tribunal Supremo de Justiça. A renúncia teria sido feita para impedir sua expulsão devido ao escândalo com a ex-estagiária da Casa Branca Mônica Lewinsky. "Por enquanto, o ex-presidente Clinton respeitosamente solicita sua renúncia", disse seu advogado David Kendall em uma carta dirigida ao Tribunal.

Em termos práticos, a renúncia tem pouco efeito pois o ex-chefe de Estado nunca exerceu a profissão nesse tribunal. Em 1º de outubro, o Tribunal suspendeu a licença de Clinton para exercer a profissão e deu 40 dias para que ele apelasse contra a expulsão.

Um dia antes de abandonar a Casa Branca, em 19 de janeiro, Clinton admitiu que tinha feito declarações falsas e evasivas sobre sua relação com Lewinsky. Como parte de um acordo com o promotor independente do caso, Clinton aceitou que fosse suspensa a licença para exercer sua profissão em seu Estado (Arkansas) e pagar uma multa de US$ 25 mil.

Kendall disse que Clinton aceitou a multa e a suspensão para evitar litígios e conseguir uma resolução definitiva em reconhecimento de que suas ações foram censuráveis. O representante legal do ex-presidente acrescentou na carta dirigida ao Tribunal que durante 25 anos Clinton foi um profissional exemplar da Universidade de Direito de Arkansas e que nunca sofreu medidas disciplinares de nenhum tipo.

Fonte: Panorama Brasil

Revista Consultor Jurídico, 12 de novembro de 2001, 9h57

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