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Juiz manda apreender 19 aviões e condena empresários por tráfico de dr

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O juiz da 1ª Vara de Atibaia (SP), Carlos Eduardo Borges Santacini, condenou os empresários Odarício Quirino Ribeiro Neto e José Gomes Filho a 28 anos de prisão por envolvimento no tráfico de drogas entre Brasil e Paraguai. Outros nove réus no processo também foram condenados a uma pena menor. O juiz decretou, ainda, a perda de 19 aviões usados no tráfico de drogas.

Entre os réus, além de Ribeiro Neto e Gomes, estão quatro pilotos, o dono de loja de carros em Osasco, Wilson Matias da Silva, um dos sócios dos empresários, Vitor Santo, parentes e funcionários dos empresários. Ribeiro Neto e Gomes são donos dos hangares que serviam para o tráfico.

A menor pena arbitrada foi de aproximadamente seis anos para o cunhado e sogro de Ribeiro Neto. Os pilotos têm condenação em Estados como Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e São Paulo.

A acusação foi feita pelas promotoras Maria Teresa Penteado de Moraes Godoy, Nathalie Guimarães e Marilu Abreu. Todas as promotoras são do Grupo de Atuação Especial de Repressão e Prevenção dos Crimes da Lei Antitóxicos (Gaerpa) do Ministério Público Estadual.

Segundo Maria Tereza, a CPI do Narcotráfico estadual reuniu as informações iniciais sobre o caso de 1998 a 2000. Durante as investigações do MP, foi descoberto que os empresários tinham até contato com a família Morel. A família é conhecida no tráfico internacional por ter plantação de maconha no Paraguai.

 é editora da revista Consultor Jurídico e colunista da revista Exame PME.

Revista Consultor Jurídico, 6 de novembro de 2001, 14h30

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