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A esquerda reage

Entidades de esquerda se mobilizam contra ataques ao Afeganistão

Encabeçadas por legendas como o PSTU e o PcdoB e pela Central Única dos Trabalhadores, dezesseis entidades reuniram-se na última sexta-feira (1º/11), em Campinas (SP) para articular um movimento contra os bombardeios comandados pelos Estados Unidos no Afeganistão.

A ata do encontro prevê a promoção de um dia nacional "de luta pela paz". Leia o documento divulgado ao final do evento:

Ata da Reunião do Comitê Campinas Contra a Guerra

"Reunidos no último dia 1º de novembro na sede do Sindicato dos Servidores Municipais, representantes de 16 entidades componentes do Comitê Contra a Guerra decidiram manter a proposta de realização de um dia municipal de luta pela paz que será no dia 13 ou 14 de novembro (a depender da data do ato nacional) e uma atividade preparatória na praça (Largo da Catedral) no dia 10 de novembro à partir das 10 horas. Os dois eventos contarão com atividades culturais (teatro, poesia, música e exposições) contra a guerra.

O Comitê resolveu elaborar um cartaz e um boletim convocando para o ato e para uma coletiva com a imprensa na próxima quarta-feira às 14 horas na Apropucc. Todas as entidades interessadas estão convidadas.

O Comitê, através da CUT, também agendará uma reunião com a prefeita municipal de Campinas, Izalene Tiene, para solicitar o apoio oficial da prefeitura ao movimento mundial contra a guerra.

A próxima reunião será na quarta-feira às 15 horas na sede Apropucc. É preciso que as entidades democráticas e populares de Campinas e todos os militantes se engajem nesta luta que é uma luta internacional contra a barbárie e à favor da humanidade. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto milhares de civis afegãos, entre eles crianças, mulheres e velhos, são brutalmente assassinados.

Companheiros (as), venham engrossar o Comitê Contra a Guerra. Ajudem a construir um amplo movimento de esclarecimento ao povo brasileiro sobre as verdadeiras razões da guerra e suas conseqüência sociais e humanas. Ajudem a construir uma grande mobilização contra mais este atentado do imperialismo norte-americano contra a soberania dos povos do terceiro mundo.

Participam do Comitê Contra a Guerra

PSTU, PCdoB, CUT, Associação dos Docentes da Unicamp, Associação dos Professores da PUCC, Sindicato dos Professores, Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal, Sindicato dos Químicos, Sindicato dos Metalúrgicos, Sindicato dos Trabalhadores em Telemarket, Sindae, Sindiviários, Associação dos Pós-graduandos da Unicamp, ATACC, SAGA, Federação das Entidades Palestinas, UCES, UJS e militantes pacifistas, anti-imperialistas e anti-globalização."

Revista Consultor Jurídico, 3 de novembro de 2001, 22h32

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