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Chacina da Candelária

Acusado de participar de chacina tem julgamento adiado

O julgamento do habeas corpus do ex-policial Marcos Vinícius Borges Emmanuel, um dos sete acusados de participação na chacina da Candelária, foi adiado. A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça deverá julgar o caso somente no segundo semestre, depois do recesso forense.

O adiamento ocorreu por causa de um pedido feito pelo advogado de defesa do ex-policial militar. A defesa quer cassar a decisão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que determinou a realização, a pedido do Ministério Público (MP) local, do terceiro exame do Tribunal do Júri sobre a conduta do ex-policial militar no episódio.

O MP quer que o Júri reexamine outras nove imputações, entre homicídio consumado e tentado, formuladas originalmente contra o réu. Atualmente, a condenação de Marcos Vinícius Emmanuel prende-se a dois homicídios, cuja soma das penas alcança 60 anos.

A outra solicitação da defesa é a de que o ex-policial militar tenha a prisão relaxada para acompanhar em liberdade o ajuizamento de todos os recursos cabíveis. Ele está detido no Batalhão de Choque da PMRJ.

A chacina aconteceu no centro do Rio de Janeiro, em julho de 1993, quando oito meninos de rua foram executados e outros seis foram vítimas de tentativa de homicídio.

Revista Consultor Jurídico, 28 de junho de 2001, 0h00

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