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Coluna do Rio

Sexo explícito poderá ser praticado em clube do Rio

O primeiro clube do hedonista será inaugurado no dia 30 de junho, no Rio. As pessoas poderão praticar sexo explícito no local. O argumento dos adeptos é o de que "se um animal faz sexo em qualquer situação porque o ser humano não pode fazer o mesmo?".

A iniciativa segue o sucesso de hotéis na Jamaica. Os turistas participam de festas regadas a sexo, sem compromisso. É diferente dos clubes se swing, onde os freqüentadores devem estar acompanhados. A filosofia hedonista vem da Grécia antiga e prega o prazer individual e imediato.

O clube funcionará em 5.200 metros quadrados com piscina, danceteria, restaurante, sauna e American Bar, na avenida das Américas. Uma das atrações é um quiosque transparente.

Comparações inevitáveis

O jornalista Roberto D'Ávila entrevistou, em Paris, o correspondente do jornal O Estado de S. Paulo, Reale Júnior, que forneceu algumas informações interessantes. A saúde pública na França é estatal e apontada pela ONU como a melhor do mundo. A americana está em 25º e a brasileira, em 146º.

O Judiciário é considerado o segundo mais prestigiado e conceituado da Europa. O alemão está em primeiro lugar.

Reale contou mais. A privatização do sistema estatal brasileiro de um modo geral foi mal feita. Citou também como exemplo que o sistema ferroviário estatal britânico era o mais eficiente do mundo. Mas foi mal privatizado mediante a divisão das linhas entre seis ou sete empresas. Depois da privatização, pelo menos duas vezes por ano há um desastre.

Mesmo fazendo apologia do Euro, que será unidade monetária única de 11 países a partir de janeiro do próximo ano, Reale lembrou que a moeda européia foi lançada valendo 1.15 do dólar. Agora, caiu para 0.89 e 0.90 porque a moeda americana continua sendo o refúgio de todos nas horas de incertezas.

O correspondente encerrou dizendo que virou refrão das torcidas, em todos estádios esportivos da França, cantar Deux trois a zero (o placar da final da copa de 98 contra o Brasil).

Desinteresse

A Rádio Globo está fazendo uma experiência que contraria as regras usuais dos veículos de comunicação. A Rádio uniu a programação do Rio e São Paulo em diversos horários e coloca no ar uma única transmissão.

Os comunicadores se esforçam para fazer com que os noticiários pareçam atraentes. Mas não é fácil ao ouvinte de São Paulo se interessar por um congestionamento na ponte Rio-Niterói. Como também é difícil despertar a curiosidade dos fluminenses pela inundação da Marginal.

Revista Consultor Jurídico, 6 de junho de 2001, 13h53

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