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Selo de qualidade

Veja a lista dos 52 cursos de Direito recomendados pela OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou, nesta segunda-feira (29/1), a lista dos 52 cursos de Direito do país recomendados pela instituição. O selo "OAB Recomenda" deveria relacionar pelo menos 100 faculdades, mas apenas 52 conseguiram passar pela avaliação.

A Comissão de Avaliação da OAB analisou 243 cursos de Direito por meio dos resultados obtidos no exame da Ordem. Também foi verificado o desempenho de 176 faculdades no Exame Nacional de Cursos, o provão, realizado desde 1996.

A OAB levou em consideração critérios como qualidade de bibliotecas, existência de centros de pesquisa, núcleos de prática forense, laboratórios de informática jurídica e instalações físicas das faculdades.

Em São Paulo, apenas nove cursos receberam o selo de qualidade. Cinco Estados não tiveram nenhuma faculdade incluída na lista da OAB.

Os cursos foram selecionados numa avaliação que durou mais de dois anos. A Ordem quer alertar estudantes para a baixa qualidade dos cursos de Direito no Brasil. No ano passado, cerca de 60% dos bacharéis foram reprovados no exame da OAB.

Veja a lista das 52 faculdades do Brasil recomendadas pela OAB

Alagoas

Universidade Federal de Alagoas

Amazonas

Universidade do Amazonas

Bahia

Universidade Federal da Bahia

Ceará

Universidade Federal do Ceará

Distrito Federal

Universidade de Brasília

Centro de Ensino Unificado de Brasília

Espírito Santo

Universidade Federal do Espírito Santo

Maranhão

Universidade Federal de Maranhão

Mato Grosso

Universidade Federal de Mato Grosso

Mato Grosso do Sul

Universidade Católica Dom Bosco

Minas Gerais

Universidade Federal de Juiz de Fora

Universidade Federal de Minas Gerais

Universidade Federal de Viçosa

Universidade Federal de Uberlândia

Pará

Universidade Federal do Pará (Belém)

Paraíba

Universidade Estadual da Paraíba (Campina Grande)

Universidade Federal da Paraíba (João Pessoa)

Centro Universitário de João Pessoa

Paraná

Universidade Federal do Paraná

Faculdade de Direito de Curitiba

Pontifícia Universidade Católica de Curitiba

Universidade Estadual de Maringá

Universidade Estadual de Londrina

Faculdade Estadual de Direito do Norte Pioneiro (Jacarezinho)

Pernambuco

Universidade Federal de Pernambuco

Universidade Católica de Pernambuco

Piauí

Universidade Federal de Piauí

Rio de Janeiro

Universidade do Rio de Janeiro

Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Pontifícia Universidade Católica do Rio de janeiro

Universidade Federal Fluminense

Rio Grande do Norte

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Universidade Potiguar

Rio Grande do Sul

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Universidade Federal de Santa Maria

Fundação Universidade Federal de Pelotas

Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre

Rondônia

Universidade Federal de Rondônia (Porto Velho)

Santa Catarina

Universidade Federal de Santa Catarina

Universidade do Oeste de Santa Catarina (Videira)

Universidade do Planalto Catarinense (Lages)

São Paulo

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Universidade de São Paulo

Universidade Presbiteriana Mackenzie

Universidade Estadual Paulista J.M.Filho

Pontifícia Universidade Católica de Campinas

Centro Universitário Salesiano de Lorena

Universidade Católica de Santos

Faculdade de Direito de Franca

Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo

Sergipe

Universidade Federal de Sergipe

Revista Consultor Jurídico, 29 de janeiro de 2001, 0h00

Comentários de leitores

1 comentário

A OAB mais uma vez mete o bedelho em assunto qu...

E. COELHO (Jornalista)

A OAB mais uma vez mete o bedelho em assunto que não é da sua competência, se a faculdade é boa ou ruim isso não é da sua alçada, pois quem a sustenta substancialmente são os advogados e não os estudantes dessas faculdades. Além disso ela tem o poder de permitir o ingresso nos seus quadros SOMENTE aos bacharéis que são aprovados no Exame de Ordem. Essa preocupação, se o curso é bom ou não, é do MEC e se os cursos são tão ruins assim, beirando o estelionato, talvez seja caso até da polícia. Menos da OAB. Foi vergonhoso a OAB levantar a bandeira do desarmamento -sem consultar os advogados que lhe pagam - em total detrimento do mais sagrado direito que alguém pode ter que é defender a sua vida e de sua família. A população mostrou que a OAB estava errada. Ainda estão acesas as brasas da famigerada lista dos "inimigos da advocacia" e agora vem a OAB "premiar" as melhores faculdades. O mercado de trabalho para os advogados está desabando pois a OAB não demonstrou a sua força e o seu poderio para fazer valer o que está insculpido no artigo 133 da Carta Magna. Hoje se observa que os acontecimentos estão exatamente no sentido contrário do disposto no artigo 133 da CF, os advogados deixaram de ser indispensáveis à administração da justiça -foram afastados dos Juizados Especiais Cíveis, Federais, parcialmente das questões trabalhistas-; os seus atos, seus escritórios, seus computadores, seus arquivos, seus telefones - foram violados em inúmeros casos-; suas manifestações "precisam ser cautelosas" para não desagradar os poderosos de plantão, etc... E lá vai a pergunta: O QUE FAZ A OAB EM BENEFÍCIO DOS ADVOGADOS QUE PAGAM A ANUIDADE?

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