Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Ladrões da Amazônia

Jornal diz que Amazônia é vendida por ladrões de floresta

"Obtido graças a uma série de fraudes gigantescas, foi vendido a estrangeiros um pedaço da floresta amazônica de seis milhões de hectares, quase metade do território da Itália", noticia hoje o jornal Il Messaggero.

"Uma operação que vem se desenrolando há anos por trás da fachada de uma organização não-governamental chamada 'Forever Green', que se fez passar por uma entidade altamente preocupada com assuntos ecológicos.

Na rede da 'Forever Green' caíram muitas organizações ambientalistas européias e americanas que pagaram milhões de dólares para apoiar seus 'programas ambientais'.

O nome do chefe do esquema, que servia também para lavagem de dinheiro, é Falb Saraiva de Farias, conhecido como o maior latifundiário brasileiro. Um homem que os jornais brasileiros associam a um passado de narcotraficante e que contou com a cumplicidade de muita 'gente boa' a começar por tabeliães complacentes.

Agora Saraiva de Farias foi denunciado por ter vendido terras da Amazônia que pertencem ao governo brasileiro. Mas não é o único latifundiário a ter se apropriado ilegalmente de milhares de quilômetros quadrados da floresta.

O governo brasileiro está exercendo um controle cada vez maior sobre a região amazônica, graças a um programa de ficção científica chamado Sivam - Sistema de Monitoramento da Amazônia.

Mas doze anos depois do assassinato de Chico Mendes, o líder sindical que morreu em defesa da floresta, quase ninguém se lembra dele e a Amazônia caminha a um ritmo acelerado para a destruição, com a ajuda de muitas multinacionais tão sem consciência como o senhor Saraiva de Farias" .

Para ler a notícia na íntegra, visite o siteGlobal Press.

Revista Consultor Jurídico, 11 de janeiro de 2001, 14h13

Comentários de leitores

0 comentários

Comentários encerrados em 19/01/2001.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.