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Coluna do Rio

R$ 15 bilhões de produtos falsificados entraram no Brasil em 2000

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Advogados especializados estimam em R$ 15 bilhões o valor dos produtos falsificados que entraram no mercado nacional, no ano passado.

O número, impressionante, se torna assustador quando se sabe que cresce mais que a própria economia do país e que já responde pelo equivalente a 5% do PIB.

A Polícia Federal só conseguiu apreender R$ 140 milhões, no ano passado, referentes aos produtos falsificados. Apenas R$ 8 milhões a mais que em 99.

Se pagassem impostos à Receita Federal, os produtos falsificados renderiam aos cofres do país R$ 310 milhões.

Querem extinção

Todos os atingidos pelos 90 decretos do prefeito César Maia bateram à porta da Justiça para revogá-los.

O Diário Oficial, com as medidas amargas rodou antes da posse do prefeito. Há quem ache que ele só poderia ter usado o chicote depois de entronizado.

Anões de volta

Há mais de uma cópia da gravação telefônica que promete revirar o baú da CPI do Orçamento, de 1993. Uma está com quem de direito interessa. Outra, com político que ameaça divulgá-la a qualquer momento.

Não são nada anões os que se preparam para fazer barulho em Brasília.

Segurança nos estádios

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira vai propor ao ministro da Justiça José Gregori, que o promotor Fernando Capez seja convidado para elaborar o projeto de segurança nos estádios de futebol.

Foi Capez que, em São Paulo, enquadrou as torcidas organizadas dos clubes.

Teixeira pediu ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, tudo o que existe sobre o assunto. Especialmente o que foi feito na Holanda, na Bélgica e na Inglaterra contra a fúria dos Hooligans.

A CBF tem pressa. São Januário e CPIs são nitroglicerina pura.

 é editor da revistaConsultor Jurídico no Rio de Janeiro

Revista Consultor Jurídico, 5 de janeiro de 2001, 0h00

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