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Discriminação

MP de Salvador acusa religiosos de discriminação

O Ministério Público de Salvador denunciou dois pastores da Igreja Batista, dois evangélicos da Assembléia de Deus e um padre católico por discriminação aos adeptos das religiões de origem africana como Candomblé e Umbanda.

A acusação foi feita pelo promotor, Lidivaldo Brito. Ele afirma que houve incitação e indução ao preconceito.

Segundo o promotor, os ataques contra o Candomblé revelam racismo, pois a religião afro é a mais aceita pela raça negra, que representa mais de 80% da população de Salvador.

Para fundamentar a denúncia, o promotor obteve vídeos de vários programas evangélicos e recortes de matérias de jornais, onde os acusados falam sobre as religiões.

Segundo a denúncia, o padre deu declarações a jornais de Salvador associando a presença do diabo aos ritos do Candomblé. Os pastores fizeram acusações semelhantes às religiões afro no programa "Portal da Esperança", transmitido pela TV Aratu (SBT). Os integrantes da Assembléia de Deus invadiram um terreiro de Candomblé, gritando e pregando a destruição do local.

Revista Consultor Jurídico, 1 de fevereiro de 2001, 0h00

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