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Busca de parceiros

Global afirma que conquistou mais parceiros da Boi Gordo

Os dirigentes da Global Sul, a primeira holding que participa da administração da Fazendas Reunidas Boi Gordo, formada pelos quarenta maiores investidores do sul do país divulgou que a empresa já tem de 25% a 30% de adesão nacional. A adesão permitiria criar uma holding nacional.

Eles afirmam que não são contra advogados e nem associações. Somente querem apresentar um novo atalho que tem futuro e mais chance de levantar a concordata.

Curitiba, Fortaleza, Brasília, Rio de Janeiro e Campinas são as cidades onde a adesão foi registrada. Os organizadores da Global Sul estão tentando agora a adesão de São Paulo, que detêm 50% dos investidores da Boi Gordo.

Para que a nova empresa possa se desenvolver, seria preciso uma adesão de 80% dos parceiros. Desse total, pelo menos 20% teriam que acumular o montante máximo em investimento.

Durante a reunião da Global Sul, esta semana, foi apresentada nova proposta para a criação da Global que seria nacional. A proposta apresentada é composta de três fases: a adesão - buscar parceiros para a Global; estudo - econômico, viabilidade, investimento em boi; e a concretização do negócio.

Veja a primeira etapa divulgada em nota pela Global

ADESÃO

O investimento antes era feito pelo CIC. Agora a idéia é diferente. O titular do CIC passaria o contrato para a Global S/A, e com isso aumentaria o capital da empresa. O investidor iria se integralizar com a empresa, com um aporte de capital, ou seja, um pequeno percentual em dinheiro.

A Global iria captar todo esse montante e iria administrar de forma coletiva. Portanto, os investidores fariam a transferência dos CIC's e também deste aporte. A cada R$ 10 mil, o parceiro injetaria 2,5% para a manutenção desta empresa. O mínimo seria de R$ 250 e o máximo de R$ 15 mil, referente ao valor de R$ 600 mil. Esses R$ 15 mil seria o teto que os investidores colocariam na Global.

Todo esse investimento seria preciso para arcar com as despesas da Global Sul ou Global Brasil.

O pagamento seria feito em quatro parcelas. Se a idéia fosse aceita de forma satisfatória pela maioria dos investidores de São Paulo, a adesão já teria que começar de imediato. O prazo que os responsáveis passaram seria até 30 de março para que a empresa pudesse caminhar.

A empresa necessita de dinheiro para desenvolver suas atividades e até agora os próprios acionistas estão bancando. A Global não terá uma estrutura. O serviço será terceirizado. É preciso contratar administradoras que serão orientadas pela Global que por sua vez, farão a captação das devidas praças. As ferramentas serão, provavelmente, os representantes da Boi Gordo. Neste caso, a Global seria o investidor e trataria diretamente com a Boi Gordo.

Revista Consultor Jurídico, 20 de dezembro de 2001, 15h03

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