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Justiça parada

OAB-SP quer suspensão de prazos processuais durante paralisações

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de São Paulo, em decorrência das paralisações dos servidores da Justiça, está solicitando às autoridades judiciais que suspendam todos os prazos processuais, sem prejuízo da instalação de um Plantão Judiciário a fim de que sejam atendidos, nesse período, somente os casos urgentes.

De acordo com o presidente da OAB-SP, Carlos Miguel Aidar, o impasse criado em torno das reivindicações dos servidores da Justiça e as limitações orçamentárias do Tribunal de Justiça vem prejudicando a atividade profissional do Advogado e, em consequência, a prestação jurisdicional que diz respeito a todos os cidadãos.

Aidar afirma que a OAB, vem acompanhando com preocupação a paralisação dos serventuários da Justiça em todo o Estado. Para ele, as reivindicações são justas e pertinentes, especialmente porque não se limitam ao reajuste salarial.

Segundo presidente da OAB-SP, o enfraquecimento do Judiciário se deve às restrições orçamentárias impostas, principalmente, pelo Executivo.

Revista Consultor Jurídico, 28 de agosto de 2001, 20h18

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